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segunda-feira, 7 de março de 2016

"Estamos perdidos", diz assessor de Dilma

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As últimas horas foram as mais dramáticas para a presidente Dilma Rousseff desde que assumiu a Presidência, em janeiro de 2011. Consternada com as revelações do senadorDelcídio do Amaral à força-tarefa da Lava Jato, divulgadas com exclusividade por ISTOÉ, Dilma demonstrou ter acusado o golpe.

Em duas reuniões emergenciais com auxiliares, a presidente gritou, xingou e desferiu ameaças em alto e bom som. Ela, afinal, não esperava que o quadro se deteriorasse tão rapidamente depois da reportagem publicada por ISTOÉ.

Na manhã da última sexta-feira 4, a presidente convocou uma nova reunião com auxiliares. Desta vez, além dos quatro participantes do encontro da quinta-feira, estavam presentes Edinho Silva, da Secom, e Wellington César, novo ministro da Justiça.


As conversas foram novamente tensas e Dilma parecia mais abatida do que nunca. Foi Giles Azevedo, o assessor especial da presidente, quem resumiu o estado de espírito de Dilma e do alto escalão do governo.“Estamos perdidos”, declarou.

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