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terça-feira, 15 de março de 2016

Paralisação dos professores começa com assembleia, passeata e protesto no Paço

Professores continuam cobrando o prefeito para a correção de 13,01% do piso salarial

Os professores da Rede Municipal de Ensino começaram o primeiro dia de paralisação reunidos na ACP (Sindicato Campo-Grandense dos Profissionais da Educação Pública), dando início à greve nacional organizada pela CNTE (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação).

De acordo com o presidente da ACP, Lucílio Nobre, uma passeata com 500 professores, com o apoio da Polícia Militar, percorre a Rua Rui Barbosa, vira na Avenida Afonso Pena e para em frente a prefeitura municipal da Capital para um protesto.

"Hoje estamos com 500 professores, mas amanhã esse número vai aumentar e acreditamos que vamos quadriplicar esse número. Vamos ficar na frente da prefeitura, fazendo um manifesto para que nossa reivindicação seja atendida", explica o presidente.

Desde o ano passado, os professores lutam pelo cumprimento do reajuste salarial da categoria, previsto em Lei Municipal e Federal, que até hoje não foi pago aos 3,2 mil profissionais da Reme. A porcentagem determinada em 2015 foi de 13,01%, mais o novo reajuste deste ano, de 11,36%, determinado em janeiro pelo Ministério da Educação (MEC).

Por maioria de votos em assembleia geral realizada em fevereiro, os professores decidiram cobrar o reajuste de 11,36% em maio, data base da categoria, junto ao pagamento de metade do reajuste de 2015, ou seja, 6,505%. A outra parcela, também de 6,505%, seria paga em outubro, somando então os 13,01%.

Caminhando pelo centro da Capital, os professores utilizam faixas, cartazes, bandeiras, apitos e até nariz de palhaço. Nos cartazes, é possível notar a insatisfação da categoria com o atual Chefe do Executivo, Alcides Bernal, já que alguns cartazes carregam a frase "Fora Bernal"; "Prefeito cumpra a lei".

Foto: Geovanni Gomes

Um caminhão de pequeno porte acompanha os professores, com um pequeno trio elétrico, onde os profissionais explicam os motivos da greve, solicitando a correção do piso salarial. 


O presidente da Fetems (Federação dos Trabalhadores em educação de MS), Roberto Botareli afirmou ao TopMídiaNews que a Rede Estadual de Ensino apoia o movimento, mas mantém as aulas normalmente, levando em consideração que os reajustes dos professores do Estado foi concedido pelo governador Reinaldo Azambuja

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