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segunda-feira, 11 de abril de 2016

O Mesmo povo alienado que elegeu Paulo Siufi é totalmente a favor da ‘Lei da Mordaça’, afirma Jornal


É o que demonstra resultado da enquete lançada pelo TopMídiaNews, onde 70% dos internautas são favoráveis




Os leitores demonstram que são à favor da Lei que proíbe a discussão sobre sexo e política nas escolas da Capital. É o que demonstra o resultado da enquete lançada pelo TopMídiaNews, onde 70% dos internautas são favoráveis e apenas 30%  se posicionou contra.

O projeto do vereador Paulo Siufi (PMDB) foi aprovado no último dia 31 e, em uma das suas “orientações”, determina que as escolas tenham cartazes que falam o que o professor pode ou não deve debater em sala de aula. Entre as normas, está as diretrizes de gênero e sexualidade, socioculturais e políticas.

Na última semana, docentes tomaram a sessão da Câmara, com a maioria contra, pois consideram que o projeto é um “retrocesso ao sistema democrático” e que o “extremismo foi o maior causador de violências”. O vereador Eduardo Romero (Rede) já afirmou que essas normas podem criar um ambiente hostil à diversidade sexual e à identidade de gênero, além de esvaziar o conteúdo de disciplinas como filosofia e sociologia.


Por outra lado, após as duras criticas, Paulo Siufi explicou que a proposta de afixar cartazes que orientam o professor sobre temas que dele deve ou não debater durantes as aulas não impede ninguém de abordar temas importantes para formação do estudante, mas que os estudos não devem ser tratados com “paixão”.

É importante destacar que, mesmo apontando 70% a favor do projeto de Lei, a enquete não tem cunho cientifico, demonstra apenas a opinião dos leitores do site
.

Negociação fracassa e servidores mantém estado de greve em MS


Governo do Estado rejeitou proposta de reajuste de 16,14% e só garante abono de R$ 200

A reunião do Governo do Estado com os representantes de sindicatos estaduais dos 45 mil servidores de Mato Grosso do Sul terminou, agora a pouco (11), sem acordo.

A reivindicação de reajuste salarial de 16,14% foi negada, com isso, os representantes ameaçam iniciar greve geral no dia 2 de maio, casos as negociações não melhorem. Por enquanto, o governo mantém a declaração oficial de abondo de R$ 200.

A vice-governadora, Rose Modesto, representou o governador do estado, Reinaldo Azambuja, para definir os novos rumos, durante reunião na Sad (Secretaria de Estado e Administração). “Não é por falta de vontade, vamos manter o diálogo com todas as categorias”, destacou.

O presidente do ABSSMS (Associação Beneficente dos Subtenentes e Sargentos da Polícia Militar do Estado de Mato Grosso do Sul), Thiago Mônaco Marques, contou que a categoria fez sua solicitação, mas que a reunião foi apenas para ouvir as reivindicações. “É uma decepção. Nós, servidores, não queremos a greve, pois é um ponto extremo. Se não houver acordo, a saúde, segurança pública e administrativos podem parar”, desabafou.
 
Presidente do ABSS-MS, Thiago Mônaco. Foto: Geovanni Gomes

A intransigência do Governo preocupa sindicalistas. “O reajuste é importante. O abono não agrega o salário e pode ser cortado a qualquer momento”, complementa Jacilene Brandini da Sindafaz (Sindicato dos Servidores de Apoio à Administração Fazendária de Mato Grosso do Sul). 
 
 Presidente da Sindafaz, Jacilene Brandini - Foto: Geovanni Gomes.

O Estado alega que o motivo de não haver acordo é a questão econômica e a crise nacional. “Vamos manter o diálogo com cada categoria. Estamos agindo de forma transparente. Na próxima reunião, as categorias poderão ter um contraponto” destacou o secretario de administração do Estado, Carlos Alberto de Assis.
 
 Secretario de administração do Estado, Carlos Alberto de Assis - Foto: Geovanni Gomes.

Já o presidente do Sinsap (Sindicato dos Servidores da Administração Penitenciária), André Santiago, fez questão de informar a possibilidade de paralisação. “O governo ouviu as categorias e foi pressionado pelos sindicalistas. Hoje, os dois lados foram apresentados. Cada um falou o que achava. Em minha opinião, a greve é unificada, tem que ter negociação”, destacou.
 
 Presidente do Sinsap, André Santiago - Foto: Geovanni Gomes.

Haverá outra rodada de negociações. A princípio, a reunião já está marcada para a próxima segunda-feira (18), às 9h, no Imasul (Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul).

sábado, 9 de abril de 2016

Categorias não aceitam abono e ameaçam paralisar Estado no início de maio

Na próxima segunda-feira (11), outra reunião está marcada com o governo

  • (Midiamax/Cleber Gellio)
  • Aconteceu na manhã deste sábado (9) a assembleia geral unificada dos servidores públicos do Mato Grosso do Sul na ACP (Sindicato Campo-grandense dos profissionais da Educação Pública) para debater o abono de R$ 200 oferecido pelo governador Reinaldo Azambuja (PSDB) na semana passada. Durante a reunião, os servidores, que pedem 16,14% de reajuste, se negaram a aceitar o valor estabelecido e as 40 categorias declaram devem entrar em greve a partir do dia 02 de maio caso não haja mudança.
    Na próxima segunda-feira (11), outra reunião está marcada com o governo. No encontro desta manhã, os servidores presentes colocaram em xeque as falas de Azambuja feitas durante campanha eleitoral em 2014. Em coro de " Duzentão não!", cerca de 1,500 pessoas, segundo a organização, saíram em carreata pelas ruas do centro da Capital durante a manifestação que terá seu desfecho na praça Ary Coelho. Os deputados Pedro Kemp (PT), Amarildo Cruz (PT), João Grandão (PT), Cabo Almir (PT) e o Coronel Davi (PSC) demostraram apoio à causa.

    As categorias que apoiam a greve são: ABSSMS (Associação Beneficente dos Subtenentes e Sargentos do Mato Grosso do Sul), SINTSS (Sindicato dos Trabalhadores em Seguridade Social no Mato Grosso do Sul),SINDER (Sindicato Nacional das Empresas de Radiocomunicações), SINTERPA (Sindicato Trabalhadores Extensão Rural em Campo Grande), SIMPOL (Sindicato dos Policiais Civis de MS), ASSBM/MS (Associação dos Subtenentes e Sargentos Bombeiros Militares de MS) e SINSAP (Sindicato dos Servidores da Administração Penitenciária DE MS).
    Além do SINDAGE (Sindicato dos Analistas da Auditoria Geral do Estado de Mato Grosso do Sul),SINDAFAZ ( Sindicato dos Servidores de Apoio a Administração Fazendária do MS), ADUEMS ( Associação dos Docentes da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul), SINDIJUS-MS (Sindicato dosTrabalhadores do Poder Judiciário de Mato Grosso do Sul), APBM-MS ( Associação dos Praças Bombeiros Militar) e ASPRA-MS ( Associação dos Praças Policiais e Bombeiros Militares)
    Caso
    O governo do Estado não deve apresentar nova proposta de abono salarial aos servidores além da que já foi feita na semana passada no valor de R$ 200. De acordo com o tucano o Executivo “está aberto à proposta”. Em relação à ameaça de greve geral, ele diz não temer, porém ressalta que os grevistas têm que estar cientes de suas responsabilidades.
    “Já foi apresentada uma proposta de R$ 200 reais. Estamos abertos a discussões”, disse emendando não ter receio quanto à possibilidade de paralisação dos serviços. “Não. É um direito do servidor. Agora quem faz greve deve também saber de sua responsabilidade”, concluiu. Na última sexta-feira (1°) os sindicatos correspondentes aos 40 mil funcionários do governo rejeitaram a proposta e no próxima dia 9 devem decidir sobre greve geral.

    sexta-feira, 1 de abril de 2016

    Vereador faz indicação de quebra-mola em rua sem asfalto na Capital

    Em rua sem asfalto, vereador faz indicação de manutenção e pintura de quebra-mola. Por lá o local está tomado de buracos e crateras em boa parte das ruas e a única esperança dos moradores é esperar pela pavimentação asfáltica no bairro Aimoré, em Campo Grande.
    A solicitação da indicação com número 0734/2016 foi feita pelo vereador Cazuza (PP) no dia 17 de fevereiro deste ano. O parlamentar enviou por meio da Câmara Municipal oficio a Prefeitura solicitando a manutenção do quebra-mola.
    A equipe de reportagem do MS Notícias foi até o bairro e constatou que na rua Batista não existe asfalto onde foi feita a solicitação. O que não falta é buraco e cratera em boa parte da estrada, veículos e pedestre tem dificuldade de transitar pela rua.
    Indignação
    Na rua Batista o quebra-mola não existe e nem asfalto
    O morador Roberto Aparecido, de 50 anos, ficou indignado ao ter conhecimento pela reportagem que um vereador havia solicitado a pintura de quebra-mola onde mora. “Pra quer quebra-mola aqui? É disso que estamos precisando aqui?”, questionou.
    Também disse que há anos o bairro não recebe benfeitoria da prefeitura e quando chove fica intransitável sair de casa principalmente com o veículo. Nossa equipe flagrou, ele com uma pa e inchada tentando arrumar os buracos de frente de sua residência.
    “Se eu não fizer isso, acaba abrindo uma valeta e o carro atola aqui”, comentou. Também disse que sempre precisa está arrumando a frente de casa por conta das crateras.

    GaleriaRua Batista, no bairro Aimoré, sem asfalto e tomada de buracos Fotos: Jhoseff BulhõesOfício enviando pelo vereador Cazuza a Agetran

    Policiais e bombeiros ameaçam aquartelamento e MS pode ficar sem serviço


    Nova rodada de negociações está prevista para 11 de abril, mas assembleia na tarde de hoje (1º) deve definir situação da categoria

    A ACS (Associação de Cabos e Soldados da Polícia Militar e Bombeiro Militar de Mato Grosso do Sul) reúne a diretoria, na sede da instituição, para definir um plano de ações a ser apresentado para a categoria profissional. Eles participam de assembleia que ocorre hoje (1°), ás 15 horas, na unidade da Fetems (Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul), e podem determinar o aquartelamento, ou seja, não saírem para a realização do trabalho em campo.

    "Estamos decepcionados com essa proposta [de melhoria salarial] no valor de R$ 200 como abono. Ficamos surpreendidos. O correto é o reajuste linear, percentual e abono. Chega a ser desrespeitoso e esdrúxula com homens e mulheres que colocam a vida em risco para defender a população, oferecendo segurança", declarou o presidente da ACS, Edmar Soares da Silva.

    Na manhã de ontem (31), a equipe do Governo de MS apresentou proposta de aumento no valor de R$ 200 no salário dos soldados a coronéis, o que não atende as exigências da categoria.
      
    "Vamos levar essa proposta esdrúxula para os 9 mil policiais militares e bombeiros para decidirem o que se devem fazer. Em 1997, foi feito o aquartelamento que consiste em um tipo de greve que os militares permanecem no quartel para reivindicar algo e durou sete dias. Em 2005, teve outra vez e durou cinco dias e o último foi em 2013, que durou três dias. Não queremos que isso ocorra novamente e que chegue a esse ponto", aponta Edmar.
     

    Segundo ele, o pleito é antigo e não pode ser ignorado. "Esse reajuste está sendo pedido desde dezembro de 2015. E vamos lembrar das correções  do quinquênio para, a cada cinco anos, ocorrer 5% de aumento. Triênio também com 3% e no sétimo nível para que os militares permaneçam no trabalho durante 30 anos e promoção automática dos praças".

    A nova reunião para mais uma rodada de negociação  com o Governo de MS está marcada para o dia 11 de abril na SAD (Secretaria de Estado de Administração e Desburocratização).

    Proposta de 3,57% , dividido em duas vezes, revolta Servidores Municipais

    Na manhã de hoje, os servidores novamente vão fazer uma manifestação e prometem acampar na prefeitura . As referências de 11 a 16 , que não recebem aumento a dois anos tiveram uma proposta de aumento irrisório 

    Alguns servidores municipais prometem ficar em greve por tempo indeterminado. Os funcionários do administrativo de Ceinfs (Centro de Educação Infantil), prometem fazer várias manifestações nos próximos dias, inclusive, um acampamento.

    De acordo com o presidente do Sisem (Sindicato dos Servidores Campo Grande) Marcos Tabosa, na manhã de hoje, como já aconteceu ontem, os funcionários vão se reunir na Avenida Afonso Pena com a Bahia e em seguida, com trio elétrico, vão caminhar até a prefeitura onde novamente vai acontecer uma manifestação.

    "A assembleia rejeitou a proposta de reajuste do prefeito Alcides Bernal de 9,57%. O projeto está errado e os administrativos são importantes para os centros educaionais", disparou Tabosa.


    Reajuste
    Ontem (31), foi um dia marcado por protesto de diversas categorias buscando melhores condições de trabalho, o prefeito Alcides Bernal (PP), declarou, que vai pagar um reajuste de 9,27% para os servidores municipais. O pagamento, no entanto, será escalonado para grande parte dos trabalhadores.


    Dos 22 mil servidores municipais, os da categoria 1 a 7, que somam 48% dos profissionais, vão receber um salário integral em junho deste ano. Já os da categoria 8 a 10, ou seja, 25 % dos servidores, o pagamento será em dividido, sendo 5,57% em maio e o resto em dezembro. O restante, que fazem parte da categoria 11 a 16, 30% dos funcionários municipais, o reajuste é de 3,57 e também receberão em maio e depois em dezembro.