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sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Violência e tecnologia é tema de peça

Jogos eletrônicos de conteúdo agressivo podem influenciar o comportamento de jovens? Essa questão é tema de divergência mesmo entre pesquisadores da neurociência e da psicologia cognitiva, que dificilmente conseguem mensurar o real efeito dos games, pois há muitas variáveis relacionadas ao ambiente familiar e social da criança ou adolescente. Dessa perspectiva, o texto Espartanos é especialmente interessante por abordar o tema dos jogos de forma não reducionista, tratando a atração pela violência virtual como um reflexo da cultura.


A peça fala sobre um grupo de adolescentes vizinhos que formam um time virtual de guerreiros. Eles conseguem altas pontuações em um jogo de conteúdo muito violento que reúne usuários de várias partes do mundo. A violência, porém, sai do meio on-line quando cenas reais de agressões praticadas dentro do condomínio em que vivem viralizam no WhatsApp. Como cada um deles reagirá a esse episódio? Até que ponto a agressividade está naturalizada em suas perspectivas? Essas são algumas das questões levantadas pelo dramaturgo Pedro Garrafa, que também dirige quatro atores adolescentes da Cia 108 na adaptação do texto para o palco.
Espartanos.
Centro Cultural São Paulo – CCSP (Sala Adoniran Barbosa). Rua Vergueiro, 1000, Paraíso, São Paulo.
Terças e quartas, às 20h. Informações: (11) 3397-4002. R$ 20. Até 31 de agosto.

Para mais sugestões como esta, adquira a edição de agosto de Mente e Cérebro, disponível na Loja Segmento: http://bit.ly/2bfD9N6 
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Se por um lado jogos eletrônicos melhoram a capacidade cognitiva e o aprendizado, por outro têm grande potencial de desencadear comportamentos violentos e antissociais

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