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segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Sesau diz que não houve 'sumiço' de vacina e alega perda insignificante


Quebra natural de doses. Essa será a versão encaminhada pela Secretaria Municipal de Saúde (Sesau) sobre o suposto desaparecimento de quase três mil doses de vacinas contra o vírus Influenza H1N1 da rede pública de saúde. Após denúncias, o secretário da pasta, Ivandro Fonseca, abriu sindicância e, após análise, a prefeitura constatou que não houve desaparecimento de vacinas.
Segundo a assessoria de imprensa da Sesau, uma cópia do relatório referente à sindicância  foi entregue ao delegado da Polícia Civil, Fabiano Nagata, titular da 1ª Delegacia de Polícia, na semana passada. Assim que a denúncia foi feita, os vereadores pediram ajuda ao delegado, para que o caso fosse investigado.
A assessoria de imprensa da Sesau, ainda informou que a quebra natural das vacinas ocorreu, por conta do manuseio das vacinas. Os profissionais deveriam agitar as doses, porém, alguns acabavam 'chacoalhando', com isso formava uma espuma e a aplicação acabava prejudicada. Por essa razão, as doses eram descartadas. 'Houve uma perda insignificante de doses, gerada pelo manuseio', pontua. Mas que mesmo assim, as quebras também ocorrem de forma natural, sendo a perda o mínimo possível.
De acordo com a assessoria de imprensa do vereador Lívio Viana, do PSDB, relator da CPI da Vacina, até o momento, os documentos referente a sindicância ainda não chegaram à Casa de Leis. Mas informa que a Sesau tem até o final da tarde para encaminhar o relatório. Caso o documento não chegue, uma reunião será agenda para discutir.
O secretário foi convocado para comparece na oitiva que acontece na próximo dia 9 de novembro, às 17 horas, no plenário Edroim Reverdito.

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