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sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

COISA DE LOUCO: COM MEDIDAS IMPOPULARES E PLANEJAMENTO RUIM PREFEITURA VAI EMPLACANDO UM GAFE ATRAS DA OUTRA

Prefeitura descarta nova taxa por ora e afirma que vai assumir custo do lixo

Secretário de Finanças e Planejamento afirma que não há uma alternativa para substituir a arrecadação com a taxa do lixo; serviço anterior havia rendido R$ 17 milhões em 2017

Humberto Marques e Kleber Clajus
Secretário disse que não foi ventilada alternativa para repor a taxa do lixo. (Foto: Paulo Francis)Secretário disse que não foi ventilada alternativa para repor a taxa do lixo. (Foto: Paulo Francis)
A Prefeitura de Campo Grande ainda não tem uma alternativa para substituir a arrecadação da taxa do lixo, que será revogada pela Câmara Municipal nos próximos dias. Caso o quadro seja mantido, os gastos com o serviço de coleta e destinação de resíduos domiciliares –operado pelo consórcio CG Solurb e que são estimados em R$ 108 milhões neste ano– teriam de sair de outra fonte do tesouro.
As informações são do secretário municipal de Finanças, Pedro Pedrossian Neto, ao reforçar que a determinação do prefeito Marquinhos Trad (PSD), expedida na tarde de quarta-feira (10), é pela revogação da taxa. A cobrança foi suspensa em meio a reclamações de entidades e ações judiciais contestando os critérios para o seu cálculo –que incluíram, por exemplo, a metragem e a qualificação econômica dos imóveis (residencial, comercial, industrial etc.)– e depois de a possibilidade de desmembramento da taxa do IPTU levar centenas de contribuintes às Centrais de Atendimento ao Cidadão e do IPTU.
“A proposta do prefeito é pela revogação”, afirmou Pedrossian Neto ao Campo Grande News. Sem um dispositivo que substitua a taxa do lixo, o município deixará de arrecadar, pelo menos, o equivalente aos R$ 17 milhões que entraram no tesouro municipal a título de taxa de limpeza pública no ano passado. A antiga tarifa foi substituída pela taxa do lixo.
Compensação – Pedrossian Neto espera que, com a ampliação até 23 de fevereiro do prazo para pagamento do IPTU à vista, com direito ao desconto de 20%, haverá uma melhora na arrecadação capaz de cobrir a coleta de lixo. Além disso, acredita-se ser necessário usar recursos de uma reserva financeira para custear o serviço.
Na quarta-feira, centrais da prefeitura registraram grande procura de contribuintes interessados em desmembrar a taxa do lixo do IPTU. (Foto: André Bittar/Arquivo)Na quarta-feira, centrais da prefeitura registraram grande procura de contribuintes interessados em desmembrar a taxa do lixo do IPTU. (Foto: André Bittar/Arquivo)
Segundo o secretário, até esta quarta-feira, que era a data limite para pagamento do IPTUcom o desconto maior, a prefeitura arrecadou R$ 215 milhões com o imposto.
Diferente do que foi informado na quarta-feira, os contribuintes que já pagaram o imposto não receberão novos carnês. Até 10 de fevereiro, aqueles que ainda não quitaram o tributo receberão os boletos sem a taxa do lixo.
Ressarcimento – O ressarcimento aos contribuintes que já pagaram a taxa do lixo será providenciado por meio de compensação ou depósito bancário.
A prefeitura vai oferecer aos contribuintes a oportunidade de terem o valor pago neste ano como taxa do lixo descontado do IPTU a ser pago em 2019, com os valores corrigidos pelo IPCA-E (Índice de Preços ao Consumidor Amplo Especial). Quem aceitar essa opção não precisará tomar nenhuma medida.
Já quem quiser a devolução do valor deverá comparecer à Central de Atendimento ao Cidadão, depois que a Câmara aprovar a revogação da taxa do lixo, portando documento de identificação com foto, comprovante de pagamento do IPTU e dados bancários, para que seja feito o depósito do dinheiro. O montante também deve ser corrigido pelo IPCA-E caso seja ressarcido no mês seguinte.
O secretário acredita que a Câmara vai aprovar a revogação da lei ainda durante a gestão interina da prefeita Adriane Lopes (PEN), que termina em 17 de janeiro.

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Finalmente uma boa notícia: Bradesco pode cair fora da Prefeitura

Bradesco pode perder exclusividade sobre folha pagamentos de servidores do município


O prefeito Marquinhos Trad, do PSD, afirmou nesta terça-feira (1º) que deixou a cargo exclusivo do secretário de Finanças, Pedro Pedrossian Neto, as negociações sobre a possibilidade da venda da folha de pagamento dos servidores municipais de Campo Grande. Alguns bancos já teriam procurado o município, uma vez que a carteira de pagamento está hoje com o Banco Bradesco.
À imprensa, Pedro Neto havia dito que o município espera receber aproximadamente cerca de R$ 50 milhões com a transação. Considerando que as despesas do município com a folha de pessoal fica em torno de R$ 107 milhões, por mês. O valor também poderia ajudar a cobrir o 13° salário dos servidores.
A possibilidade de venda pode implicar no valor de taxas cobrada pela unidade bancária aos servidores e pode ainda, interferir na concessão de empréstimos a ser descontado em folha.
Marquinhos ainda revelou que deve conversar com Pedro Neto, para saber como estão as tratativas sobre a possibilidade da venda da folha de pagamento do município. "Vou procurar ele para conversar", pontuou.
Crise Financeira
Em abril deste ano, a prefeitura já havia estourado limite de gasto com folha de pagamento e a situação 'apertou' para a concessão de reajustes salariais, a qual o prefeito Marquinhos disse hoje que o reajuste chegou a "quase zero", em virtude dos problemas "econômico-financeiro" dos estados e União. "E acaba sempre sobrando para o lado mais fraco, que somos nós", comentou hoje o prefeito.
A prefeitura de Campo Grande trabalha com a folha de pagamento acima do limite prudencial estabelecido pela LRF (Lei de Responsabilidade Fiscal) em 51,3% da receita corrente líquida. Se o prefeito Marquinhos Trad (PSD) extrapolar os 54%, pode responder por improbidade administrativa. É o que mostra o relatório da gestão fiscal referente aos meses de abril de 2016 a março de 2017.
De acordo com o demonstrativo da despesa de pessoal publicada no Diogrande (Diário Oficial de Campo Grande) e, 25 de abrirl, o município teve um gasto, durante o período, de R$ 1,67 bilhão com a folha de pagamento, dos quais R$ 1,3 bilhão é referente aos servidores ativos, R$ 268,6 milhões aos inativos e pensionistas, e R$ 5,8 milhões com terceirizados. A receita corrente líquida de Campo Grande, nestes doze meses, foi de R$ 2,72 bilhões.
Considerando apenas a despesa líquida com pessoal, após deduções e descontos, a prefeitura utilizou 51,89% do que faturou no pagamento dos servidores, o equivalente a cerca de R$ 1,41 bilhão. Boa parte do ‘inchaço’ da folha é referente aos servidores comissionados, que trabalham sem concurso público. A aproximação dos limites estabelecidos pela LRF prejudicou as negociações de reajuste salarial.
O extrato tem as assinaturas do prefeito Marquinhos Trad, do secretário municipal de Finanças e Planejamento, Pedro Pedrossian Neto, e da diretora-geral de Contabilidade, Iara Nilda Borges Corrêa.

segunda-feira, 10 de abril de 2017

Empresa de informática é contratada pela Prefeitura por R$ 1,4 milhão


Recursos cobrem garantia por doze meses
A Prefeitura Municipal de Campo Grande divulgou nesta segunda-feira (10) um contrato com uma empresa de informática avaliado em R$ 1,4 milhões, destinado a atender a Agetec (Agência Municipal de Tecnologia da Informação e Inovação).
A empresa contratada, Imagetech Tecnologia em Informática, deverá fornecer e instalar "soluções em segurança da informação", por meio da Sefin (Secretaria Municipal de Finanças e Planejamento), para atender a Agência.
Os recursos são oriundos do PNAFM 2 (Programa Nacional de Apoio à Gestão Administrativa e Fiscal dos Municípios Brasileiros), repassados pela União para fortalecimento da gestão fiscal dos municípios.
Na segunda fase do Programa, em 2012, a Prefeitura havia adquirido R$ 25 milhões com o PNAFM, segundo dados do Ministério da Fazenda.

A Imagetech deverá receber da Prefeitura os recursos federais para promover a instalação dos softwares e fornecer garantia e assistência técnica por doze meses.
O contrato foi assinado pelo secretário Municipal de Finanças, Pedro Pedrossian Neto, e pelo empresário Arthur Afonso de Barros Marinho.
(com supervisão de Marta Ferreira)

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Com 6 meses de água e luz atrasados, Prefeitura vai pagar servidor após dia 12

Dívidas somam R$ 12 milhões em água e luz

  • (Midiamax/Anny Malagolini)


  • Como já havia previsto no último domingo (1º) durante cerimônia de posse, o prefeito de Campo Grande Marquinhos Trad (PSD) não vai pagar os salários dos servidores até a data prevista por lei, ou seja, 5º dia útil, neste caso 6 de janeiro. Durante coletiva na tarde desta terça-feira (3) ele explicou que o antecessor Alcides Bernal (PP) deixou apenas R$ 37 milhões em caixa para tal finalidade, sendo que a folha total gira em torno de R$ 110 milhões.
    O plano para tentar sanar o problema é utilizar a verba arrecadada com o IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) para completar o valor necessário. O prazo para a população quitar o tributo com desconto é até 10 de janeiro. Marquinhos espera arrecadar R$ 150 milhões dentro deste período.
    Para acelerar o processo, equipe da Prefeitura vai trabalhar em esquema de plantão no próximo final de semana para atender o contribuinte. Sendo assim, a previsão é de que na quinta-feira (12) a remuneração seja depositada. “Vamos fazer uma ginástica”, disse o prefeito.

    Já em relação ao 13º não há boas notícias. Ao todo são R$ 19 milhões a serem pagos. Nessa segunda-feira (2) houve reunião com profissionais da saúde que vão receber integralmente para os que recebem até R$ 3 mil. Ainda não há previsão para o restante.
    O secretário de Planejamento, Finanças e Controle, Pedro Pedrossian Neto, explicou que a situação financeira deixada pela gestão anterior é delicada. Dos R$ 252 milhões que Bernal falou ter guardado, somente os R$ 39 milhões estão disponíveis para debitar os salários. O restante são as chamadas verbas carimbadas, que têm destinação certa.
    O titular da Seplanfic elucidou que o acordo foi feito com o pessoal da saúde para não comprometer a área, para não haver paralisação de serviços de primeira necessidade, sem citar quais.

    Dívidas

    Outra ‘herança’ deixada por Bernal, segundo Marquinhos, são contas atrasadas há seis meses de energia elétrica e água que somam cerca de R$ 12 milhões. As faturas são dos prédios do Executivo. “Vamos tentar negociar com as concessionárias”, disse.
    “Devo não nego, pago quando puder”, brincou. A dívida ativa da Prefeitura é de R$ 2 bilhões e têm várias origens. “Mas essa situação nós vamos resolver com o tempo”.

    quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

    Prefeito ignora crise financeira e mantém festividades de Carnaval


    Em solenidade realizada hoje, Bernal repassou R$ 180 mil para escolas de samba

    Durante o evento, o prefieto até arriscou uns passinhos e distribuiu sorrisos - Foto: Dany NascimentoPrefeito ignora crise financeira e mantém festividades de Carnaval
    Durante o evento, o prefieto até arriscou uns passinhos e distribuiu sorrisos - Foto: Dany Nascimento
    Mesmo enfrentando crise financeira na Capital e após doze municípios do interior de Mato Grosso do Sul cancelarem o Carnaval devido ao estado de emergência que enfrentam após estragos causados pelas chuvas, o prefeito de Campo Grande, Alcides Bernal (PP) decidiu manter as festividades em Campo Grande.

    Bernal realizou o lançamento do Carnaval 2016 na manhã desta quinta-feira (21), na Esplanada Ferroviária, e afirmou que desde que assumiu a prefeitura,  em agosto, já pensava nos recursos que seriam utilizados para as festividades do carnaval. Ele rejeita críticas diante da decisão de manter as comemorações. A prefeitura investiu R$ 180 mil, sendo R$ 160 mil para a liga das escolas de samba e R$ 20 mil para a Associação dos Blocos, Bandas, Cordões e Corsos Carnavalescos e Culturais de Mato Grosso do Sul (Ablanc).

    "Muitos dizem que podíamos pegar o dinheiro do carnaval e investir na saúde, segurança, em outras áreas. Mas falta razão total de quem diz isso porque cada qual é destinado para sua área, temos que agir com bom senso para chegar a um consenso", diz Bernal.

    De acordo com o prefeito, não haverá carnaval na Avenida Fernando Corrêa da Costa, para conter gastos e a prefeitura deve economizar cerca de R$ 3 milhões, levando em consideração que R$ 800 mil eram direcionados apenas para a contratação de artistas. "Realizar o carnaval ali mobiliza outras áreas, são muitos policiais, guardas municipais que devem ser disponibilizados, então tivemos essa atitude de não realizar na Fernando Corrêa".

    A primeira noite de festividades será no dia 7 de fevereiro, com blocos e cordões carnavalescos na Esplanada Ferroviária (próximo à Feira Central).  O desfile das escolas de samba serão realizados nos dias 8 e 9 de fevereiro na avenida Alfredo Scaff, via lateral à Praça do Papa (Santo Amaro). O local receberá arquibancada, camarote, palco, 30 banheiros químicos, iluminação especial, carro de som e equipamentos.

    Assim como outras cidades do interior, Campo Grande também decretou situação de emergência por causa das chuvas e um segundo pedido por causa da epidemia de dengue.

    terça-feira, 19 de janeiro de 2016

    Empresa responsável por ponte que desabou fez asfalto e reformou UPA na Capital

    Empreiteira ficou conhecida após o desabamento de uma ponte de concreto em Guia Lopes da Laguna

    Dona de contratos milionários com a prefeitura de Campo Grande, a Wala Engenharia Ltda é responsável pela ‘implantação de infraestrutura urbana, pavimentação asfáltica e drenagem de águas pluviais no Jardim Panorama - Etapa B’. A empresa ficou conhecida após o desabamento de uma ponte de concreto executada por ela no início do mês, em Guia Lopes da Laguna.

    De acordo com extrato do contrato publicado no Diogrande (Diário Oficial de Campo Grande), a obra de pavimentação asfáltica foi orçada em R$ 137.856,71, com um prazo de 90 dias para a execução. Assinam o documento formalizado em 10 de junho de 2014, durante a gestão do ex-prefeito Gilmar Olarte (PP por liminar), o ex-secretário municipal de Infraestrutura Semy Ferraz e Antonio Carlos Vasques.

    A empresa também é responsável pela reforma da UPA (Unidade de Pronto Atendimento Comunitário) do bairro Coronel Antonino. Com os serviços orçados em R$ 41.336,29, a contratação teve o aval do então secretário de Obras, Valtemir Alves de Brito, mais conhecido como Kako. Além disso, a Wala detém contratos iniciados na época de Nelsinho Trad (PTB), que permanecem na administração de Alcides Bernal (PP) através de aditivos.

    Foto: Reprodução/Diogrande

    Entre os últimos serviços contratados pelo município, está a reforma do Cetremi (Centro de Triagem Encaminhamento Migrante), no valor de R$ 247.660,80. Somente no mês de julho, ela recebeu da prefeitura R$ 635,9 mil, dividido em dois empenhos para manutenção e conservação de bens imóveis e para obras e instalações.

    Desabamento
    A Wala realizou a construção da ponte de concreto armado, que desabou sobre o Rio Santo Antônio na rodovia MS 382. Orçada em R$ 1.252.913,62, conforme o Diário Oficial de 11 de julho de 2011, ela foi inaugurada em 02 de fevereiro de 2012, pelo ex-governador André Puccinelli (PMDB), citado na Operação Lama Asfáltica como possível beneficiário de propinas para o direcionamento de licitações.

    A ponte integrou um conjunto de obras de reconstrução de estruturas danificadas pelas chuvas que ocorreram no verão de 2010/2011, realizada com recursos do Governo Federal destinado a recuperação de áreas afetadas por desastres naturais, através do Ministério da Integração Nacional. Em Guia Lopes da Laguna, ela substituiu uma ponte de madeira por outra supostamente mais moderna.

    Investigações

    Um dos sócios da empreiteira, Nivaldo Rodrigues Araújo, teria negociado obras com o pivô dos escândalos da Lama Asfáltica, o megaempresário João Alberto Krampe Amorim. De acordo com a Polícia Federal, os contatos do proprietário da Proteco Construções com outros empresários da cidade, que seriam ‘concorrentes’ “demonstra o respeito que todos têm por ele, espécie de articulador do setor”. 

    quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

    Após vereadora desmentir, foto citada por Bernal circula nas redes sociais

    "Bernal roda e João assume?”, diz a mensagem

    • Ela nega ter recebido qualquer mensagem do tipo; (Via WhatsApp)
    • Após a vereadora Magali Picarelli (PMDB) desmentir que é a mulher que segurava o celular com uma mensagem de WhatsApp que causou polêmica, uma outra foto aberta mostra a parlamentar segurando um aparelho celular, de forma muito parecida com a fotografia de imagem fechada na mão.
      O celular tem a seguinte frase: “Concluída a eleição? Bernal roda e João assume?”, supostamente tirada durante eleição da presidência da câmara, resultou em rumores de que a proprietária do aparelho seria a vereadora Magali Picarelli (PMDB). Ela nega ter recebido qualquer mensagem do tipo e classifica o assunto como “algo pequeno e fraudulento”.
      A equipe do Midiamax entrou em contato com a vereadora na manhã desta terça-feira (1). Ela informou que acredita que a imagem se trata de montagem e nega ser sua a mão registrada na foto. “Primeiro que se olhar de perto aparece um anel, tipo aliança que aparenta ter uma pedra vermelha. Nunca usei nada semelhante à peça. E segundo que é uma mão magrinha, que olhando bem, eu até gostaria que fosse a minha”, disse aos risos.
      Em tom de segurança, a parlamentar revelou que não teria problema algum em assumir caso fosse a proprietária do aparelho. “Acho um assunto pequeno e não teria motivos para esconder. Aparece na tela uma mensagem assinada por mim e pelo meu marido – deputado Maurício Picarelli. Estas mensagens de bom dia, costumo enviar para centenas de pessoas todos os dias e meu marido também. Pode ser de qualquer pessoa aquela mão. Não tenho como saber quem recebeu, afinal é muita gente que replica isso. Minha sincera opinião é de que se trata de uma montagem e bem mal feita por sinal”, completou.
      Durante agenda nesta segunda-feira (30), o prefeito Alcides Bernal (PP) disse que a foto em questão seria uma “prova” de que a troca a presidência da Câmara pode ser um "segundo golpe” contra seu mandato. Durante a tarde, ele procurou o Ministério Público Estadual e a Polícia Federal para protocolizar a denúncia.
      Nesta manhã, o prefeito se reuniu com o novo presidente da Casa, João Rocha (PSDB), porém o encontro foi para tratar de assuntos institucionais. Como havia afirmado que faria anteriormente, Bernal não comentou sobre o caso com Rocha durante a reunião.

      sábado, 12 de setembro de 2015

      Prefeitura cria comissão para avaliar assistência à saúde de crianças, mulheres e idosos


      Saúde infantil, da mulher e do idoso serão foco da comissão
      A Prefeitura de Campo Grande, por meio da Sesau (Secretaria Municipal de Saúde), criou nesta sexta-feira (11) a Comissão Temporária de Avaliação da estrutura assistencial de atenção a saúde infantil, da mulher e do idoso, na rede municipal de saúde.
      Conforme a publicação, postada no Diogrande (Diário Oficial de Campo Grande), o objetivo é avaliar a estrutura assistencial num prazo de 60 dias, tendo que apresentar relatório conclusivo dos trabalhos ao final do procedimento.
      A composição da comissão deve ser determinada pelo secretário de Saúde, Ivandro Fonseca.

      terça-feira, 25 de agosto de 2015

      TJMS devolve cargo de prefeito a Alcides Bernal

      Por dois a um, 

      Decisão saiu no mesmo dia do afastamento de Olarte
      As reviravoltas parecem não terminar quando o assunto é a Prefeitura de Campo Grande. Por dois votos a um, o Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul decidiu, nesta tarde, devolver o cargo ao ex-prefeito Alcides Bernal, cassado em março de 2014 pela Câmara dos Vereadores.
      O relator do processo, Divoncir Maran, votou conta o pedido da defesa de Bernal, mas dois outros desembargadores, Tânia Garcia Freitas Borges, e Sérgio Martins, decidiram a favor do ex-prefeito.
      Em pouco mais de um ano e meio, essa é a segunda decisão que Bernal consegue para retomar o cargo No dia 15 de maio de 2014, pouco mais de dois meses depois de ser cassado, Bernal conseguiu retornar ao cargo por força de liminar do juiz da 2ª Vara de Direitos Difusos, Coletivos e Individuais Homogêneos, David de Oliveira Gomes Filho, que suspendia decreto da Câmara Municipal, em virtude de uma ação popular movida pelos vereadores Ayrton Araújo (PT), Cazuza (PP), Luiza Ribeiro (PPS), Paulo Pedra e Zeca do PT, que à época ainda ocupava cadeira na Casa de Leis.
      Horas depois o desembargador do TJ, Vladimir Abreu da Silva, que estava de plantão, derrubou liminar obtida pelo radialista e Olarte retornou ao Executivo. O ex-prefeito tentou reverter a situação acionando o STJ (Superior Tribunal de Justiça) por duas vezes, mas também foi derrotado. Ele recorreu ao STF e, ontem, perdeu novamente.
      Agora o TJ reverte a situação, no mesmo dia em que Gilmar Olarte foi afastado, por suspeita de envolvimento em um esquema para afastar Bernal.