Com o futuro dos convênios com a Omep e Seleta incertos, cerca de 30 aprovados em concurso público para monitores e assistentes sociais, realizado em 2013, fazem um protesto com faixas e cartazes em frente à prefeitura de Campo Grande. O objetivo é pressionar o Poder Executivo a substituir os terceirizados por efetivos no serviço público.
De acordo com a assistente social Marcia Santana, foram aprovados 2.973 monitores e 500 assistentes sociais. O concurso foi prorrogado por duas vezes e vence em fevereiro de 2018, sendo que os aprovados temem o fim do prazo antes do início das contratações. “Estamos esperando desde 2013 esse concurso e o que nós queremos é trabalhar”, declarou.
O prefeito Marquinhos Trad (PSD) recebeu os manifestantes e informou que vai avaliar a situação, já que depende de acordo com o Ministério Público Estadual e do aval do Poder Judiciário. Ele destacou ainda que entrega, ainda nesta quinta-feira (5), um plano de demissões gradativo dos terceirizados para o procurador-geral de Justiça, Paulo Passos.
Marcia aponta que o prefeito não se comprometeu a chamar os concursados, mas prometeu analisar a situação com cuidado e dar prioridade para a convocação de efetivos. Neste interim, o futuro do funcionamento de Ceinfs (Centros de Educação Infantil) e unidades de assistência social continua indefinido.
Apenas serviços essenciais como o recolhimento de pessoas em situação de rua permanecem funcionando com o auxílio de terceirizados da Omep e Seleta. Os convênios com a prefeitura foram suspensos desde que foi deflagrada a Operação Urutau, em 13 de dezembro de 2013. A investigação apura a prática de improbidade administrativa e crimes de falsidade ideológica, peculato, lavagem de capitais e associação criminosa dentro das entidades.
Quem pensou que hoje seria um dia normal e trafegaria tranquilamente pelo Centro de Campo Grande, se surpreendeu com mais uma manifestação. No início da tarde desta sexta-feira (18), os comerciantes fecharam as portas para participar de protesto contra a corrupção e pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT). O ponto de encontro foi na Rua 14 de Julho, bem na esquina da Avenida Afonso Pena.
Os lojistas e adeptos aproveitaram para fazer uma passeata pela 14 de Julho e mobilizar a população, gritando a palavra “Ordem” e ganhando ainda mais apoio, dos veículos que passam, fazendo buzinaço. Neste momento, eles estão ocupando uma faixa da avenida para poder protestar e o trânsito ficou levemente congestionado.
Apesar da repercussão, algumas lojas grandes como Magazine Luiza, Renner e Casas Bahia não fecharam e ainda há lojas parcialmente abertas. “Fiquei surpreso quando cheguei à manifestação devido a adesão que está tendo por parte dos lojistas. Cerca de 90% dos filiados toparam e teve a adesão de outros comerciantes. Todos estão fechando as portas por 1h. Houve uma resposta boa à manifestação”, destacou o presidente da . Presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Campo Grande (CDL/CG), Hermas Renan Rodrigues.
A vendedora de uma das lojas que aderiu ao movimento, Ana Maria, de 49 anos explicou o porquê está participando do manifesto. “Estou acompanhando toda a movimentação por meio dos noticiários. É necessário tomar alguma atitute. Se o Lula fez isso, ele tem que pagar”. A Polícia Militar acompanha tudo de perto, para manter a ordem durante a manifestação.
O presidente da CDL destacou que os escândalos políticos repercutem diretamente na economia. “É um gesto em que o comércio pede socorro porque o país não está correspondendo economicamente. Tudo isso que está ocorrendo é um reflexo da política nacional. Há muita indignação. Nós estamos vivendo um triste momento e precisamos reagir”, desabafou.
Foto: Geovanni Gomes
Já a auxiliar de limpeza que trabalha na Santa Casa, Ana Maria Braga, de 33 anos, passava pela área central e aderiu à mobilização. “Apoio a manifestação. Tudo o que está acontecendo não é bom para o país. Algo precisa ser feito. Nós temos que unir forças”, concluiu
Nota foi divulgada na noite deste domingo, dia de manifestações pelo país. Presidente Dilma Rousseff recebeu ministros no Palácio da Alvorada.
Do G1, em Brasília
O Palácio do Planalto divulgou nota à imprensa na noite deste domingo (13), dia que reuniu milhões de pessoas em manifestações por todo o país contra a presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Lula, informando que a "liberdade de manifestação é própria das democracias e por todos deve ser respeitada".
"O caráter pacífico das manifestações ocorridas neste domingo demonstra a maturidade de um país que sabe conviver com opiniões divergentes e sabe garantir o respeito às suas leis e às instituições", acrescentou a Presidência da República.
Neste domingo, a presidente Dilma Rousseff recebeu, no Palácio da Alvorada, ministros de seu governo.
Estiveram presentes na residência oficial da presidente da República o ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social, Edinho Silva, e o ministro da Defesa, Aldo Rebelo, o ministro da Secretaria de Governo, Ricardo Berzoini, da Casa Civil, Jaques Wagner, e o advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo.
As autoridades foram vistas ingressando na residência oficial da presidente da República, a partir das 15h, assim como a deputada Luciana Santos (PCdoB-PE), ou deixando o Palácio da Alvorada após as 20h. Ao deixar o local, nenhum deles falou com a imprensa.
A assessoria de imprensa do Palácio do Planalto não soube informar o que foi discutido com os ministros e com a deputada. Se limitou a dizer que não tem informação sobre quais pessoas estariam com Dilma Rousseff e nem qual a razão para a presidente recebê-las.
Mais cedo, neste domingo, Dilma Rousseff divulgou nota na qual aponta violência"intolerável" contrra a sede da União Nacional dos Estudantes (UNE) em São Paulo e cobra apuração pelo governo paulista de uma ação de policiiais militares na subsede de Diadema do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC. Ambos os episódios ocorrreram neste sábado (12).
Manifestações Nas manifestações deste domingo, a Polícia Militar contou 3 milhões de pessoas nas ruas do país e os organizadores, 6,4 milhões (balanço atualizado às 19h10), segundo levantamento do G1.
Foi o maior protesto nacional contra o governo Dilma. O maior número de participantes, até então, havia sido registrado no protesto de 15 de março do ano passado: 2,4 milhões, segundo a PM, e 3 milhões pelos dados dos organizadores.
Na capital paulista, a Polícia Militar estima que cerca de 1,4 milhão de pessoas estiveram no ato. Segundo o Instituto Datafolha, o protesto reuniu 500 mil pessoas. Já o movimento Vem Pra Rua, um dos organizadores, contabilizou 2,5 milhões de pessoas na Avenida Paulista.
No Rio de Janeiro, os organizadores falaram em 1 milhão na Praia de Copacabana. A PM não divulgou números.
Também foram realizados protestos de apoio ao governo Dilma, a Lula e ao PT. Recife (PE), Fortaleza (CE), Porto Alegre (RS), São Bernardo do Campo (SP), Vitória (ES), Monte Claros e Coronel Fabriciano (MG) tiveram atos a favor do governo petista.
As manifestações foram pacíficas, com poucos incidentes isolados em algumas cidades. Grande parte dos manifestantes vestia verde e amarelo e levava cartazes contra a corrupção, o governo federal e o PT.
Além de pedirem a saída de Dilma, várias pessoas protestaram contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e lembraram que, na semana passada, o Ministério Público de São Paulo pediu a prisão preventiva do líder petista.
Outro nome citado nos atos, mas de maneira positiva, foi o do juiz da Operação Lava Jato. Sérgio Moro foi exaltado em faixas em diversas cidades brasileiras.
Em MS, atos contra governo Dilma e corrupção reúnem manifestantes
Campo Grande tem protesto na avenida Afonso Pena. Manifestações também acontecem em cidades do interior.
Do G1 MS com informações da TV Morena
Manifestantes percorrem Afonso Pena em ato contra governo Dilma e corrupção (Foto: Ronie Cruz/G1 MS)
Manifestantes foram às ruas em várias cidades de Mato Grosso do Sul, neste domingo (13), para protestar contra o governo da presidente Dilma Rousseff, contra a corrupção e a favor das investigações da operação Lava Jato.
Campo Grande
Na capital do estado, os manifestantes iniciaram o ato na praça do Rádio Clube e na avenida Afonso Pena, região central. Um grupo de motociclistas se concentrou em fila perto do Obelisco. Segundo a Polícia Militar (PM), cerca de 100 mil pessoas participaram o protesto. A organização diz que foram 110 mil manifestantes.
O grupo saiu em passeata pela avenida Afonso Pena pouco depois das 16h sentido Parque dos Poderes. Manifestantes usam apitos e cornetas e gritam palavras de ordem como “fora, Dilma”. O protesto terminou por volta das 19h em frente a um posto de combustíveis na avenida Afonso Pena, esquina com a avenida Rubens Gil de Camilo.Uma das organizadoras da manifestação na cidade, Soraya Chronicke, destacou que o movimento deste domingo não tem participação de nenhum político ou partido político e que, além expressar a opinião dos manifestantes contra a corrupção e pela saída da presidente Dilma Rousseff (PT) do cargo, também é uma forma de pressionar os parlamentares do estado para que votem a favor de um eventual pedido de impeachment da presidente no Congresso Nacional.
Manifestantes durante ato contra governo Dilma e corrupção em Dourados (Foto: Camilla Jovê/TV Morena)
Dourados A manifestação em Dourados, a 214 quilômetros de Campo Grande, começou por volta das 15h30 (de MS) na praça Antônio João, com o Hino Nacional. Em seguida, seguiram para a avenida Marcelino Pires, a principal da cidade, andaram cerca de um quilômetro e retornaram para a praça.
Antes do encerramento, um padre da Igreja Católica e um pastor da Igreja Evangélica discursaram. O protesto terminou às 16h40 (de MS).
Dourados teve 22 mil manifestantes, segundo a organização. A PM contabilizou 10 mil.
Em Três Lagoas, manifestantes fazem ato contra governo Dilma e corrupção (Foto: Bruno Axelson/TV Morena)
Três Lagoas Em Três Lagoas, na região leste de Mato Grosso do Sul, várias instituições organizaram a manifestação da tarde deste domingo contra a corrupção, pela prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pela saída da presidente Dilma Rousseff do cargo. Segundo os organizadores, 1,5 mil pessoas participaram do ato, mas conforme a Polícia Militar, foram 1 mil pessoas.
A concentração da manifestação foi em frente a igreja Matriz, por volta das 15h (de MS). Desse local o grupo saiu a pé, em carros, motos e até a cavalo, e percorreu algumas das principais ruas da cidade até chegar a praça Ramez Tebet.
Com faixas e cartazes, os manifestantes gritavam palavras de ordem durante o caminho e na praça cantaram o hino nacional. Os líderes das entidades que organizaram o ato discursaram e protesto foi oficialmente encerrado.
Em Ponta Porã, manifestantes fazem ato contra governo Dilma e corrupção (Foto: Martim Andrada/TV Morena)
Ponta Porã Em Ponta Porã, a 326 quilômetros de Campo Grande, a manifestação contra a corrupção começou por volta das 16h e terminou às 18h (de MS). Segundo estimativa da PM e da organização, cerca de 1,2 mil pessoas participam do ato.
O grupo saiu da frente da Câmara Municipal e seguiu caminhando por quatro quarteirões da avenida Brasil, a principal da cidade. Durante o percurso cantaram o hino nacional e gritaram palavras de ordem. Depois, voltam para o local da concentração e encerraram o protesto.
Maracaju Em Maracaju, a 162 quilômetros de Campo Grande, a carreata contra o governo da presidente Dilma Rousseff e a corrupção na política contou com cerca de 400 veículos, conforme estimativa da Polícia Militar (PM). Os participantes, colocaram bandeiras nos veículos e saíram, por volta das 15h39 (de MS), da antiga estação ferroviária da cidade.
Os veículos passaram pelas principais ruas da cidade, onde as adesões iam aumentando, até chegar a praça central, onde os manifestantes cantaram o hino nacional e a mobilização foi encerrada por volta das 17h10 (de MS). Segundo a PM, que acompanhou a carreata com seis policiais e duas viaturas, a manifestação foi muito tranquila e pacífica.
Mundo Novo Em Mundo Novo, na região sul do estado, a manifestação contra a corrupção e pela saída da presidente Dilma Rousseff do cargo, durou cerca de uma hora e meia. Começou por volta das 15h e terminou às 16h30 (de MS). Segundo a Polícia Militar e os organizadores, o ato reuniu aproximadamente 150 pessoas.
Com roupas nas cores verde e amarelo, caras pintadas e com faixas e cartazes, representantes de diversas instituições fizeram uma caminhada pela avenida JK, no centro de Mundo Novo e depois retornaram ao local da concentração, encerrando a mobilização com uma oração.
Chapadão do Sul Cerca de mil pessoas, segundo a PM, participaram de ato em Chapadão do Sul, na região norte de Mato Grosso do Sul, contra a corrupção, em apoio a operação Lava Jato e defendendo a saída da presidente Dilma Rousseff do cargo na manhã deste domingo.
Vestidos de roupas com as cores da bandeira brasileira, com caras pintadas, faixas e bandeiras, os manifestantes se concentraram na praça dos eventos, a partir das 8h (de MS). Depois saíram caminhando pela avenida Onze até a Câmara Municipal, onde cantaram o hino nacional e disseram algumas palavras de ordem. Em seguida, retornaram à praça e saíram em carreata. A manifestação foi até por volta das 11h.
Corumbaenses saem às ruas em manifesto contra o governo federal (Foto: Laura Toledo/ TV Morena)
Corumbá O protesto contra o governo Dilma, o PT e a corrupção em Corumbá, a 415 quilômetros da capital sul-mato-grossense, foi realizado na manhã deste domingo. Segundo a PM, foram 500 manifestantes; de acordo com a organização, 800 pessoas participaram.
Os manifestantes saíram da rua América e percorreram as principais ruas do centro da cidade.
A passeata seguiu até perto da sede da Polícia Federal (PF) de Corumbá. Lá, o grupo fez uma homenagem aos agentes federais que investigam casos de corrupção na política brasileira e cantaram o Hino Nacional.
Várias pessoas acompanharam a manifestação dentro dos carros fazendo 'buzinaço'. O protesto durou cerca de uma hora e seguiu sem violência até a praça Generoso Ponce, onde os manifestantes se dispersaram.
Manifestação em Aquidauana na manhã deste domingo (Foto: Lígia Barreto/ Arquivo Pessoal)
Aquidauana Cerca de 70 pessoas, segundo a PM, participaram do protesto em Aquidauana, a 135 quilômetros de Campo Grande. O ato na Praça dos Estudantes foi tranquilo, de acordo com a PM.
Coxim Em Coxim, a 257 quilômetros de Campo Grande, a manifestação teve início por volta das 8h (de MS) e terminou por volta das 11h. Segundo a PM, moradores fizeram uma carreata com buzinaço, faixas e cartazes. A fila de carros era de três quilômetros. A PM não informou a quantidade de manifestantes.
Manifestação ocorreu na manhã deste domingo em Naviraí (Foto: Umberto Zum/Tanamídia Naviraí)
Naviraí Em Naviraí, a 359 quilômetros de Campo Grande, a manifestação pacífica contra a corrupção na política brasileira ocorreu das 11h30 às 13h30 (de MS). Cerca de 500 pessoas, segundo a organização, e 300, de acordo com a Polícia Militar, participaram do protesto, que ocorreu ao redor da praça Euclides Fabris, no centro da cidade.
Em Nova Andradina, manifestação durou pouco mais de uma hora (Foto: Germino Roz/ NovaNews)
Nova Andradina Já em Nova Andradina, no leste de Mato Grosso do Sul, o protesto para pedir um basta na corrupção começou por volta das 10h (de MS) e durou pouco mais de uma hora. Cerca de 500 pessoas participaram, de acordo com os organizadores. A Polícia Militar não fez estimativa do público.
Os manifestantes caminharam por cerca de um quilômetro, percorrendo algumas das principais ruas da cidade até chegar ao Obelisco, um dos monumentos do município.
Todos os estados registraram protestos contra governo neste domingo.
Também foram realizados atos de apoio ao governo Dilma, a Lula e o PT.
Do G1, em São Paulo
aconteceram neste domingo (13) em todos os estados do país, em mais de 200 municípios. O maior protesto ocorreu na Avenida Paulista, em São Paulo.
Protestos contra governo Dilma, segundo organizadores
Segundo levantamento do G1, a Polícia Militar contou 3,1 milhões de pessoas nas ruas do país e os organizadores, 6,4 milhões (balanço atualizado às 19h57). O maior número de participantes havia sido registrado no protesto de 15 de março do ano passado: 2,4 milhões, segundo a PM, e 3 milhões pelos dados dos organizadores.
Na capital paulista, a Polícia Militar estima que cerca de 1,4 milhão de pessoas estiveram no ato. Segundo o Instituto Datafolha, o protesto reuniu 500 mil pessoas. Já o movimento Vem Pra Rua, um dos organizadores, contabilizou 2,5 milhões de pessoas na Avenida Paulista. No Rio de Janeiro, os organizadores falaram em 1 milhão na Praia de Copacabana. A PM não divulgou números.
Protestos contra governo Dilma, segundo polícia
Também foram realizados protestos de apoio ao governo Dilma, a Lula e ao PT. Recife (PE), Fortaleza (CE), Porto Alegre (RS), São Bernardo do Campo (SP), Vitória (ES), Monte Claros e Coronel Fabriciano (MG) tiveram atos a favor do governo petista.
As manifestações foram pacíficas, com poucos incidentes isolados em algumas cidades. Grande parte dos manifestantes vestia verde e amarelo e levava cartazes contra a corrupção, o governo federal e o PT. Além de pedirem a saída de Dilma, várias pessoas protestaram contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e lembraram que, na semana passada, o Ministério Público de São Paulo pediu a prisãopreventiva do líder petista.
Outro nome citado nos atos, mas de maneira positiva, foi o do juiz da Operação Lava Jato. Sérgio Moro foi exaltado em faixas em diversas cidades brasileiras.
Em São Paulo, políticos foram hostilizados, entre eles Marta Suplicy (PMDB), o governador do estado, Geraldo Alckmin (PSDB), e o senador Aécio Neves (PSDB).
Manifestação pró-Dilma e PT ocorre no Marco Zero do Recife. Cerca de 50 participaram (Foto: G1 PE)
Veja os atos nas principais cidades e clique nos nomes para saber mais:
Acre: Rio Branco - Manifestantes se reuniram em frente ao Palácio Rio Branco, no Centro da capital acreana para protestar contra a presidente Dilma Rousseff (PT), o ex-presidente Lula e em apoio às ações da operação Lava Jato.
Durante a concentração os manifestantes cantaram os hinos nacional e acreano, além de aplaudir o juiz Sérgio Moro, responsável pelos processos da Lava Jato em primeira instância.
Alagoas Maceió - Milhares de pessoas participaram da manifestação contra o governo Dilma. A mobilização começou na Praça Vera Arruda, na Jatiúca, e seguiu em caminhada pela orla da capital alagoana até a praça que fica no Alagoinha, na Ponta Verde.
Representantes do Movimento Brasil estimam que mais de 35 mil pessoas participaram da manifestação na capital alagoana, a Polícia Militar estima em 25 mil manifestantes.
Amapá Macapá - Manifestantes que pediam o fim da corrupção no país realizaram um ato na tarde deste domingo na orla de Macapá. O público se concentrou às 15h no entorno da Fortaleza de São José e encerrou o protesto por volta de 18h após caminhada até a sede da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).
Ao final, a organização estimou pelo menos 3 mil pessoas no movimento. A Polícia Militar (PM) deu números somente no início da concentração, e ao final, não forneceu dados de público total. O ato na orla de Macapá foi o único programado para o Amapá.
Manifestantes protestara contra o governo Dilma em Macapá (Foto: Abinoan Santiago/G1)
Amazonas Manaus - A praia da Ponta Negra, na Zona Oeste da capital, foi o local escolhido para a realização de uma manifestação contra o governo Dilma Rousseff e a favor das investigações da Operação Lava Jato. O ato começou por volta das 16h10.
A organização informou que 80 mil pessoas estavam presentes no início do protesto. Segundo eles, o número subiu para 100 mil por volta das 17h30. A Polícia Militar (PM) contabilizou 35 mil pessoas, segundo dados do Comando de Policiamento Metropolitano.
Bahia Salvador - Segundo a Polícia Militar, cerca de 20 mil pessoas participaram do ato. A organização do movimento estima que o ato reuniu cerca de 50 mil participantes. Muitas pessoas levaram cartazes com pedido de impeachment da presidente Dilma Roussef e em faixas e cartazes pedindo a prisão do ex-presidente Lula.
Também ocorreram demonstrações de apoio ao juiz federal Sérgio Moro, que conduz os processos da Operação Lava Jato. Uma hora após a saída do Farol da Barra, os manifestantes chegaram ao Morro do Cristo, na orla da Barra, onde fizeram oração.
Manifestação em Salvador começou por volta das 10h50 no Farol da Barra (Foto: Henrique Mendes/G1 BA)
Ceará Fortaleza - Segundo os organizadores, foram 100 mil manifestantes no protesto contra Dilma, Lula e PT em Fortaleza. A Polícia Militar e a Secretaria de Segurança Pública informaram que não vão divulgar estimativa de público presente.
Durante a manhã, manifestantes e políticos realizaram uma manifestação em defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff. De acordo com os organizadores, o ato é um "aquecimento" para uma manifestação agendada para 18 de março.
Manifestantes fazem ato de apoio ao ex-presidente Lula no Polo de Lazer da Parangaba, em Fortaleza (Foto: Gioras Xerez/G1)
Distrito Federal Brasília - Integrantes de movimentos pró-impeachment da presidente Dilma Rousseff ocuparam a Esplanada dos Ministérios, em Brasília, para uma marcha entre o Museu da República e o Congresso Nacional. Seis carros de som acompanharam a marcha.
A Polícia Militar estimou em 100 mil o número de participantes na manifestação em Brasília. Para os organizadores, havia 200 mil. A Polícia Militar destacou mais de 2 mil policiais para atuar na segurança.
Espírito Santo Durante a tarde, houve concentração em Vila Velha e passeata até a Praça do Papa, em Vitória. A organização disse que 200 mil pessoas foram às ruas protestar contra o governo. Já a Polícia Militar informou que 120 mil manifestantes se encontraram na Praça do Papa, no momento de maior concentração. O protesto começou às 14h e terminou às 17h35.
Em Colatina, a concentração começou em frente à Praça da Catedral, às 10h. De acordo com a organização, um grupo de 800 pessoas seguiu pela avenida Getúlio Vargas e atravessou a Ponte Florentino Avidos. Segundo PM, protesto reuniu 500 pessoas.
Manifestantes saem às ruas de Colatina em ato pelo impeachment de Dilma (Foto: Mayara Mello/ TV Gazeta)
Manifestantes também foram às ruas em Cachoeiro de Itapemirim, no Sul do estado. A organização informou que 3 mil pessoas participaram da manifestação em Cachoeiro. Para Polícia Militar, eram 2,5 mil manifestantes nas ruas da cidade.
Goiás Goiânia - Manifestantes protestaram neste domingo (13) contra a corrupção e pedindo o impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT), em Goiânia e no interior. Na capital, os organizadores disseram que 100 mil pessoas participaram do ato. Já a assessoria de imprensa da Polícia Militar estimou que foram cerca de 60 mil manifestantes.
Houve também manifestações em Anápolis, Jataí, Rio Verde, Itumbiara, Morrinhos, Caldas Novas e Catalão, no interior do estado.
Manifestantes caminham pelas ruas de Goiânia em ato contra o governo (Foto: Murillo Velasco/G1)
Maranhão São Luís - O ato contra governo Dilma reuniu mais de 4 mil pessoas em São Luís, segundo a PM. Para a organização, a manifestação reuniu 5 mil pessoas. Os manifestantes montaram pelo menos três tendas e utilizam um trio elétrico.
Os organizadores ressaltam a união da sociedade na discussão dos temas de importância do país, o apoio às operações Lava-Jato, que investiga um esquema de corrupção da Petrobras, e ao juiz Sérgio Moro.
Manifestação na avenida Litorânea, orla de São Luís (MA), contrária ao governo, às 10h (Foto: Clarissa Carramilo/G1)
Na segunda maior cidade do Estado, Imperatriz, 800 manifestantes foram à Praça Brasil, no Centro, protestar contra o governo Dilma, de acordo com as estimativas da PM. Já os organizadores disseram que 5 mil pessoas compareceram ao local.
Mato Grosso Cuiabá - Cerca de 50 mil pessoas participaram da manifestação em Cuiabá, segundos os organizadores. Já a Secretaria Estadual de Segurança Pública (Sesp) estima público de 26 mil pessoas. Os manifestantes percorreram a Avenida Getúlio Vargas.
Mato Grosso do Sul Campo Grande - Na capital do estado, os manifestantes começaram a concentração na praça do Rádio Clube e na avenida Afonso Pena, região central, à tarde. Um grupo de motociclistas também participou do protesto.
Corumbá e outros nove municípios do estado - Maracaju, Mundo Novo, Aquidauana, Coxim, Três Lagoas, Dourados, Chapadão do Sul, Nova Andradina e Naviraí - tiveram manifestações contra o governo federal.
Corumbaenses saem às ruas em manifesto contra o governo federal (Foto: Laura Toledo/ TV Morena)
Conforme a PM, em Aquidauana, protestou reuniu 70 pessoas. Em Corumbá, a 415 quilômetros da capital, 600 pessoas protestaram contra o governo Dilma. Em Coxim, moradores fizeram carreata com buzinaço, faixas e cartazes.
Minas Gerais Belo Horizonte - Manifestantes realizaram protesto contra o governo Dilma Rousseff, o ex-presidente Lula e o PT. Os manifestantes se concentraram na Praça da Liberdade, na Região Centro Sul de Belo Horizonte.
Segundo a PM, às 11h20, 30 mil pessoas estavam na Praça da Liberdade (Foto: Pedro Ângelo/ G1)
O ato contou com a presença do senador Aécio Neves e do ex-governador Antonio Anastasia. Candidato derrotado no segundo turno da eleição presidencial em 2014 pelo PSDB, Aécio falou sobre a presença dele. “Estamos aqui ao lado dos mineiros e ao lado dos brasileiros para dizer chega, basta! O Brasil merece algo melhor e com a força do povo nós vamos construir um novo caminho para o Brasil”, disse Aécio.
BELO HORIZONTE - O senador Aécio Neves (PSDB) participa da manifestação em Belo Horizonte. Aécio foi ovacionado pelos manifestantes. (Foto: Pedro Ângelo/ G1)
Além da capital, outras cidades mineiras protestaram neste domingo. Foram realizados atos em Varginha, Uberlândia, Poços de Caldas, Governador Valadares, Uberaba, Ipatinga, Mogi das Cruzes, Pouso Alegre, Juiz de Fora, Araxá e Montes Claros.
Em Uberlândia, os manifestantes protestaram pelo combate à corrupção política e em apoio à operação “Lava Jato”, da Polícia Federal. Após o fim do protesto, a organização disse que 25 mil pessoas compareceram. A Polícia Militar informou 22 mil.
Manifestação em Uberlândia contra governo Dilma reuniu mais de 20 mil pessoas (Foto: Caroline Aleixo/G1)
Pará Belém - Milhares de paraenses foram às ruas da capital protestar contra a corrupção no Brasil. Vestidos de verde e amarelo, os manifestantes pediram o impeachment da presidente Dilma Rousseff e apoiaram o juiz Sérgio Moro na operação "Lava Jato".
Manifestantes levam faixas nas cores da bandeira brasileira e gritaram “Fora Dilma” em Belém (Foto: Tarso Sarraf/O Liberal)
De acordo com as estimativas da organização do evento, a manifestação começou com 4 mil pessoas, aumentou para 10 mil e chegou a 50 mil participantes. Já a Polícia Militar informou que não vai se manifestar sobre os números do protesto deste domingo.
Paraíba Manifestantes se reuniram no Busto de Tamandaré, em João Pessoa, na Praça da Bandeira, em Campina Grande, e na Praça Edvaldo Motta, em Patos, para protestar contra a presidente Dilma Rousseff, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o PT. O ato público também demonstrou apoio à Operação Lava Jato e ao juiz federal Sérgio Moro.
Manifestação em João Pessoa na tarde deste domingo (Foto: Caio Ismael/G1)
Paraná Curitiba - Manifestantes se reuniram no centro de Curitiba, na Praça Santos Andrade, para protesto contra o governo federal na tarde deste domingo. Segundo estimativa da Polícia Militar, foram cerca de 200 mil. Também foram realizados atos em Foz do Iguaçu, Paranavaí, Londrina, Maringá, Cascavel, Ponta Grossa e Guaíra.
Segundo a organização e a PM, 200 mil pessoas participaram da manifestação em Curitiba neste domingo (Foto: Giuliano Gomes/PRPRESS)
Em Foz do Iguaçu, os manifestantes se reuniram por volta das 10h na Praça do Mitre, no Centro da cidade, e seguiram em passeata e carregando faixas até a Praça da Paz, onde por volta das 11h30 soltaram milhares de balões, encerrando o ato.
Manifestantes percorreram as principais ruas de Foz do Iguaçu na manhã deste domingo (13); ato foi encerrado na Praça da Paz com a soltura de balões (Foto: Caio Vasques / RPC)
Pernambuco Recife - A capital pernambucana teve atos a favor e contra o governo. Os manifestantes contrários ao governo Dilma Rousseff se reuniram na Avenida Boa Viagem. Segundo a PM, foram 120 mil pessoas. Os organizadores estimaram público de 150 mil. Também houve protesto em Garanhuns, município a 27 quilômetros distante de Caetés, cidade natal do ex-presidente Lula.
Protesto contra Dilma no Recife (Foto: Bruno Marinho)
Enquanto a orla de Boa Viagem, na Zona Sul do Recife, era tomada pelos manifestantes contrários ao governo petista, um grupo de apoiadores da presidente se reuniu no Marco Zero, na capital pernambucana, para prestar apoio ao governo petista.
Piauí Teresina - Centenas de pessoas se reuniram na Avenida Raul Lopes para pedir a saída da presidente Dilma Rousseff, bem como declarar apoio ao juiz Sério Moro e à Lava Jato.
Rio de Janeiro Rio - Os manifestantes contrários ao governo Dilma se reuniram na Praia de Copacabana. Quase quatro horas após o início do protesto, organizadores estimaram a presença de cerca de 1 milhão de pessoas. A Polícia Militar não divulgou balanço.
Também houve protestos em outras cidades, como Volta Redonda e Nova Friburgo.
Às 11h20, uma hora e 20 minutos após o horário marcado para o início do ato, os manifestantes ocupavam cerca de 8 quarteirões da Praia de Copacabana e as duas pistas da Avenida Atlântica.
Para Bernardo Santoro, coordenador estadual do Movimento Brasil Livre (MBL), o ato em Copacabana foi um sucesso. "Mais de 1 milhão de pessoas engajadas por um Brasil sem PT, por um Brasil com impeachment", disse.
Rio Grande do Norte Natal - Manifestantes contrários ao governo Dilma Rousseff se reuniram na Praça Cívica. Às 16h40, os organizadores disseram que eram 15 mil os presentes ao ato em Natal. A Polícia Militar informou que cerca de 8 mil pessoas estavam no protesto.
Os defensores da saída da presidente levaram bandeiras do Brasil, faixas amarelas e verdes, bonecos do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva com roupa de presidiário, o “Pixuleco”, além de cartazes com desenho de cobra jararaca. É uma alusão a um discurso feito por Lula.
Rio Grande do Sul Porto Alegre - O protesto contrário ao governo de Dilma Rousseff foi realizado na tarde deste domingo no Parcão, no bairro Moinhos de Vento, em Porto Alegre. Segundo a Brigada Militar, cerca de 100 mil pessoas participaram, e que não houve incidentes. Os organizadores dizem que havia cerca de 140 mil manifestantes.
Manifestantes protestam em Porto Alegre neste domingo (Foto: Igor Grossmann/G1)
Também em Porto Alegre, militantes do PT se reuniram no Parque Farroupilha em ato de apoio ao governo Dilma. De acordo com a Brigada Militar (BM), 5 mil pessoas se reuniram para o chamado "coxinhaço". Já os representantes da Frente Brasil Popular, organizadores do ato, afirmam que havia 10 mil pessoas na manifestação.
Outras cidades do estado registraram manifestações contra o governo, como Caxias do Sul, Santa Rosa e Pelotas.
Rondônia Porto Velho - A manifestação contra o governo da presidente Dilma iniciou por volta das 16h (horário local), no Espaço Alternativo. Segundo Dani Bueno, um dos organizadores do ato, a manifestação tem três principais objetivos: apoiar a Operação Lava Jato, que o Congresso Nacional aceite o impeachment contra Dilma e o fim dos políticos corruptos.
Ji-Paraná - No município distante cerca de 370 km da capital Porto Velho, a população realizou uma caminhada na BR-364. A PM afirmou que cerca de 300 pessoas estavam presentes, enquanto a organização não divulgou números. Em Vilhena, cerca de 1,5 mil pessoas fizeram um protesto, segundo números da Polícia Militar.
Manifestantes caminharam até a principal ponte da cidade de Ji-Paraná, RO (Foto: Pâmela Fernandes/G1)
Roraima Boa Vista - O Centro Cívico foi o local escolhido para a realização de uma manifestação contra o governo Dilma Rousseff. O ato iniciou por volta das 16h15 (17h15 horário de Brasília) e acabou por volta das 18h (19h horário de Brasília).
Conforme a Polícia Militar, a manifestação, que ocorreu em frente à Assembleia Legislativa de Roraima, reuniu cerca de 2 mil pessoas. A organização do protesto informou que mais de 5 mil pessoas compareceram ao ato no Centro da capital.
Manifestantes se reuniram na Praça do Cnetro Cívivo neste domigo (13) (Foto: Marcelo Marques/ G1 Roraima)
São Paulo São Paulo - Na capital paulista, milhares de pessoas protestaram contra o governo Dilma, o ex-presidente Lula e ao PT na Paulista. Os manifestantes, que ocuparam cerca de 2 km da avenida, carregavam cartazes apoiando o juiz Sérgio Moro e pedindo impeachment de Dilma.
Segundo o Instituto Datafolha, a manifestação em São Paulo já é o maior protesto na história da cidade e reuniu 500 mil pessoas. O protesto nas Diretas Já, em 1984, reuniu 400 mil. Já o maior ato anti-Dilma teve 210 mil pessoas em março de 2015, segundo o Datafolha.
Já segundo a Polícia Militar, o ato que pediu o impeachment da presidente Dilma reuniu 1,4 milhão de pessoas na capital paulista e 400 mil em outras cidades do estado, segundo informou o major Emerson Macera. O movimento Vem Pra Rua contabilizou 2,5 milhões de pessoas na Avenida Paulista, segundo o porta-voz do grupo, Rogério Chequer.
A senadora Marta Suplicy foi hostilizada enquanto dava entrevista em frente à Fiesp. Sob gritos de "perua", "vira casaca" e "fora PT", ela deixou voltou ao prédio com militantes. Em nota, a assessoria dela diz que Marta "foi positivamente saudada por centenas de manifestantes e que apenas um senhor exclamou em voz alta a frase 'PMDB é igual ao PT'".
Estiveram também na manifestação o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e os senadores José Serra e Aécio Neves, os três do PSDB. Alckmin e Aécio foram recebidos com xingamentos por alguns manifestantes, segundo relatos dos jornais Folha de S. Paulo, O Globo e da rádio CBN. Os dois também foram aplaudidos por outros manifestantes.
A reportagem da GloboNews perguntou para Aécio Neves: "O que o senhor achou da reação das pessoas?". O senador respondeu: "É extremamente poisitiva, hoje estamos unidos em um só objetivo, terminar o governo Dilma".
Aécio Neves e o governador Alckimin estiveram na manifestação da Av. Paulista, em São Paulo, contra o Governo Dilma Rousseff, neste domingo (13) (Foto: Marcelo D. Sants/FramePhoto/Estadão Conteúdo)
Protesto contra Dilma na Avenida Paulista (Foto: Miguel Schincariol/AFP)
São José do Rio Preto - O protesto reuniu 20 mil pessoas, segundo os organizadores etambém a PM, e acabou por volta das 12h30. Os manifestantes foram com caras pintadas, bandeiras contra o governo e até patos infláveis.
Manifestantes levaram bandeirão na passeata em Rio Preto (Foto: Renata Fernandes/G1)
Araçatuba - Os manifestantes levaram balões, bandeiras e faixas com frases contra a presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Lula. Alguns manifestantes estavam de bicicleta e percorreram trechos das avenidas.
Campinas - Os manifestantes se concentraram no Largo do Rosário, no Centro, e iniciaram uma passeata pelas vias da cidade. Segundo a Polícia Militar, havia, pelo menos, 10 mil participantes às 10h. A PM não divulgou os números finais.
Manifestantes contra o governo reunidos na Avenida Francisco Glicério, em Campinas (Foto: Felipe Boldrini/EPTV)
Catanduva - Os manifestantes se reuniram por volta das 9h em frente à praça Matriz e saíram em passeata pelas principais ruas da cidade. Segundo a Polícia Militar, o protesto reuniu 5 mil pessoas. Os organizadores estimaram em 7 mil.
Ribeirão Preto - De acordo com a Polícia Militar, 70 mil pessoas aderiram ao ato contra o governo Dilma. Ele começou às 10h e foi encerrado às 13h após queima de fogos e de ser entoado o Hino Nacional. Os organizadores estimaram em 60 mil pessoas.
Manifestação contra a presidente Dilma em Ribeirão Preto, SP (Foto: Érico Andrade)
Taubaté - De acordo com a organização, cerca de 15 mil pessoas participaram do ato contra o governo Dilma. Já a Polícia Militar contabilizou 10 mil manifestantes. A manifestação, que começou às 14h, foi encerrada por volta das 16h na Praça Dom Epaminondas.
Diversas outras cidades de São Paulo, como Jundiaí, Votuporanga, Piraju, Itapeva, Tietê, Piracicaba, Indaiatuba, São Carlos, Andradina, Bebedouro, Avaré, Bauru, Rio Claro e Presidente Prudente, tiveram protestos neste domingo.
Santa Catarina Florianópolis - Na capital catarinense, o ato começou às 16h e encerrou às 18h, quando o público cantou o hino nacional. Segundo os organizadores, 80 mil pessoas estavam reunidas na Avenida Beira-Mar. A PM não contabilizou o números de manifestantes.
Foram realizados protestos contra o governo Dilma em diversas cidades do estado, como Lages, Curitibanos, Fraiburgo, Capinzal, Ouro, Urubici, Xanxerê, São Miguel do Oeste, Canoinhas, Gaspar e Turvo.
Em Lages, na Serra catarinense, público usava verde e amarelo na manifestação (Foto: Paulo Marques/Divulgação)
Sergipe Aracaju - Ato ocorreu na Orla da Praia da Atalaia. A manifestou começou por das 15h e chegou ao fim por volta das 18h. Segundo André Gentil, do Movimento Vem Pra Rua, um dos organizadores do ato, o protesto reuniu cerca de 10 mil pessoas na capital sergipana. O número apresentado pela Polícia Militar foi de cerca de 8 mil manifestantes.
Tocantins Araguaína, Gurupi e Porto Nacional tiveram protestos pela manhã no estado. Na capital Palmas, o ato ocorreu à tarde e, segundo a PM, 7 mil pessoas participaram. os organizadores falam em 30 mil manifestantes. Eles pediram o fim da corrupção e o impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT), além de apoio ao juiz Sérgio Moro.
Moradores de Gurupi se concentram para iniciar o protesto contra a presidente Dilma (Foto: Jairo Santos/ TV Anhanguera)