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domingo, 1 de maio de 2016

Sem vaga em hospital, paciente morre em casa ao ser liberada de UPA


Registrado como morte a esclarecer 
Reinaldina Nunes de 44 anos morreu após ser atendida e posteriormente liberada do UPA (Unidade de Pronto Atendimento) Jardim Leblon na noite desta sexta-feira (29). A filha da vítima registrou um boletim de ocorrência, onde consta que a mãe veio de Bela Vista, para receber atendimento médico por causa de insuficiência respiratória de causa desconhecida.

No último dia 11, Reinaldina foi internada no UPA Jardim Leblon onde permaneceu aguardando vaga para tratamento. Porém, sem vagas em hospitais da Capital, ela foi liberada. Na casa da filha, a mulher começou a passar mal novamente e foi levada mais uma vez ao UPA, onde foi liberada mais uma vez, por volta das 23h45.
Na manhã deste sábado (30), a filha de Reinaldina encontrou a mãe sem apresentar movimentos e chamou por socorro. O Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) foi acionado. A paciente chegou a receber manobras de reanimação, porém já havia morrido. O caso foi registrado como morte a esclarecer na Depac Piratininga.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Ministério da Saúde confirma 404 casos de microcefalia

E ao todo, 17 relacionados ao Zika

O Ministério da Saúde confirma 404  casos de microcefalia e/ou outras alterações do sistema nervoso central, dos quais 17 estão relacionados ao vírus Zika. As informações estão em boletim divulgado hoje (2) pela pasta, que descartou 709 casos.

Ainda estão sendo investigados pelo ministério e pelas secretarias estaduais de Saúde 3.670 casos suspeitos de microcefalia em todo o país, o que representa 76,7% das notificações. O boletim refere-se aos casos registrados até 30 de janeiro.

A pasta divulga separadamente a investigação das notificações de óbito. No total, foram notificadas 76 mortes após o parto ou durante a gestação. Destas, 15 foram investigadas e confirmadas para microcefalia e/ou alteração do sistema nervoso central e cinco tiveram identificação do vírus Zika no tecido fetal. Há 56 casos ainda em investigação e cinco foram descartados.

Segundo o Ministério da Saúde, a microcefalia pode ter como causa diversos agentes infecciosos além do Zika, como a sífilis, a toxoplasmose, outros agentes infecciosos, a rubéola, o citomegalovírus e o herpes Viral. "Cabe esclarecer que o Ministério da Saúde está investigando todos os casos de microcefalia e outras alterações do sistema nervoso central, informados pelos estados e a possível relação com o vírus Zika e outras infecções congênitas", diz em nota.

De acordo o boletim, os 404 casos confirmados desde o início das investigações, no dia 22 de outubro do ano passado, foram registrados em 156 municípios de nove estados: Alagoas, Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. A Região Nordeste concentra 98% dos municípios com casos confirmados. Pernambuco concentra o maior número de municípios com casos confirmados (56), seguido dos estados do Rio Grande do Norte (31), da Paraíba (24), da Bahia (23), de Alagoas (10), do Piauí (6), do Ceará (3), do Rio de Janeiro (2) e do Rio Grande do Sul (1).

Os novos números demonstram aumento dos casos classificados como confirmados e descartados na última semana, se comparado aos das semanas anteriores. O crescimento dos casos investigados e classificados foi de 52%, com relação ao boletim do dia 23 de janeiro. De 732 na semana anterior, os casos passaram para 1.113.

O Ministério da Saúde orienta as gestantes a adotar medidas que possam reduzir a presença do mosquito Aedes aegypti, com a eliminação de criadouros, e proteger-se da exposição ao inseto, como manter portas e janelas fechadas ou teladas, usar calça e camisa de manga comprida e aplicar os repelentes permitidos para gestantes.


Nas próximas semanas, o ministério anunciará n a notificação compulsória dos  casos identificados como infecção pelo vírus Zika no Brasil. Atualmente, o Sistema Único de Saúde (SUS) não contabiliza o número de infecções pelo Zika. O acompanhamento é feito pelo sistema de vigilância Sentinela para monitorar a circulação do vírus e prestar apoio às medidas de prevenção à doença.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Zika - World Health Organization says international public health emergency

A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou hoje (1º) situação de emergência em saúde pública de interesse internacional em razão do aumento de casos de infecção pelo vírus Zika identificados em diversos países e de uma possível relação da doença com quadros registrados de malformação congênita e síndromes neurológicas.
A decisão foi tomada após reunião de um comitê de emergência em Genebra, convocado pela entidade na última sexta-feira (29) para tratar do assunto.
Durante coletiva de imprensa, a diretora-geral da OMS, Margaret Chan, destacou que ainda é necessário comprovar cientificamente a ligação entre infecções pelo vírus Zika em gestantes e casos de microcefalia em bebês. As evidências, entretanto, são consideradas fortes pelos especialistas do grupo. “É preciso investigar e entender melhor a relação”, disse.
Margaret Chan cobrou ainda uma resposta internacional coordenada por parte dos países-membros para combater casos de infecção pelo vírus Zika no mundo. 
Durante coletiva de imprensa, ela avaliou que a ausência de uma vacina contra o Zika e de testes de diagnóstico confiáveis somados à falta de imunidade na população dos países afetados pelo vírus constituem fatores de preocupação.
A diretora-geral da OMS também recomendou que grávidas evitem viagens para locais onde há circulação do vírus Zika.

domingo, 31 de janeiro de 2016

US Turns monitoring of Zika and bet vaccine

Os Estados Unidos vão monitorar o avanço do vírus Zika nas Américas e adotar medidas mais eficazes para contê-lo, disse o porta-voz do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC ), Benjamin Haynes.
As medidas anunciadas pelo CDC revelam a importância que o governo norte-americano vem dando ao problema. Ontem (29), em conversa por telefone, o presidente Barack Obama e a presidenta Dilma Rousseff decidiram criar um grupo de pesquisa para o desenvolvimento de uma vacina contra o vírus Zika.
À Agência Brasil, o porta-voz acrescentou que o monitoramento será acompanhado de ações para equipar laboratórios de diagnóstico e apoiar programas de controle de mosquitos, tanto nos Estados Unidos quanto nos países em que se verificam a presença do mosquito Aedes aegypt. O mosquito é o agente transmissor do vírus Zika, da dengue e da chikungunya.
A pesquisa destinada a criar uma vacina contra o vírus Zika, que pode provocar malformação em recém-nascidos, deverá ser feita com base em uma cooperação já existente entre o Instituto Butantan e o Instituto Nacional de Saúde (NIH), uma agência governamental do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos, com sede em Bethesda, no estado de Maryland.

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Zika vírus deve se espalhar por todo continente americano, segundo OMS

O Zika vírus, transmitido pelo mosquito Aedes Aegypti, deve se espalhar por todo continente americano segundo alerta da Organização Mundial de Saúde (OMS) emitido nesta segunda-feira (25). 
Ainda conforme OMS, apenas Canadá e Chile estarão livres da doença. O vírus é tido como uma das causas relacionadas ao aumento de casos de microcefalia no Brasil, que já registrou mais de 3 mil casos suspeitos da doença em recém nascidos. 

O vírus já está presente em 21 dos 55 países e territórios das Américas, afirma a OMS em um comunicado. Conforme nota oficial, depois dos casos registrados no Brasil, o vírus rapidamente se esoalhou pela América e deve atingir todas regiões onde há presença do mosquito transmissor. Canadá e Chile estão livre, pois não há nos países, devido ao clima, mosquitos Aedes Aegypti, também responsável pela transmissão da dengue e chikungunya. 
A OMS explica que como a população do continente não ficou exposta ao vírus antes do registro de casos no Brasil, em maio do ano passado, carece de imunidade, o que permite a propagação da doença com mais rapidez.
Segundo alerta, para evitar contaminação pela doença, o método de prevenção mais eficaz é se mante longe das áreas com água parada, onde os mosquitos afluem, e se proteger com repelentes, assim que dormir com mosquiteiros.

sábado, 16 de janeiro de 2016

Governo distribuirá teste único para detectar dengue, zika e chikungunya

Inicialmente serão distribuidas 50 mil unidades do Kit NAT 



O Ministério da Saúde começará a distribuir no fim de fevereiro as primeiras 50 mil unidades do Kit NAT Discriminatório para dengue, zika e chikungunya, que permitirão o diagnóstico simultâneo das três doenças com maior agilidade. Outra qualidade é a redução do custo de aplicação do teste.
“O teste que vamos distribuir vai dizer de maneira objetiva dentro de duas horas qual é a enfermidade que a pessoa está acometida. É importantíssima a informação para as gestantes”, destacou o ministro da Saúde, Marcelo Castro, durante a apresentação do kit hoje (16), na Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).
O vice-diretor de Desenvolvimento Tecnológico e Prototipagem do Instituto Carlos Chagas (ICC/Fiocruz-Paraná), Marco Aurélio Krieger informou que o teste no formato que foi produzido é único no mundo. “Não existe nenhum teste disponível, que faça esta avaliação discriminatória neste formato”, contou.
Os kits serão encaminhados a 18 dos 27 laboratórios centrais (Lacen) do Ministério da Saúde, localizados em cada estado do país, que conforme o ministro, estão equipados para receber os 50 mil testes, produzidos pela Fiocruz, no Rio de Janeiro.
Outros três laboratórios estão sendo preparados para receber os testes. A previsão é que até o fim do ano sejam distribuídos 500 mil kits. “A produção dos testes vai ser distribuída continuamente para fazer o diagnóstico. A prioridade para a diferenciação diagnóstica vai ser para as gestantes”, revelou.
De acordo com Marcelo Castro, atualmente, o problema número 1 do Brasil é a microcefalia. “O Brasil tinha, em média, de 2.000 para cá, segundo estatísticas, 150 casos de microcefalia por ano. De outubro para dezembro do ano passado tivemos 3.500 casos aproximadamente. Então é um caso gravíssimo de saúde pública, poucas vezes vivido na história de nosso país”, indicou.
Diante da situação, o ministro defendeu que não podem faltar recursos para combater a doença. Ele informou que este ano estão garantidos R$ 500 milhões para ações específicas relacionadas à microcefalia. “Nós temos a palavra e o compromisso da presidenta Dilma, de maneira explícita, de que não faltarão recursos para o combate à microcefalia no Brasil”, disse.
O ministro Marcelo Castro informou que estão confirmadas três mortes por chikungunya, duas na Bahia e uma em Sergipe, todas em pessoas idosas. Castro disse que as três doenças que serão diagnosticadas com os testes são graves e estão matando.
“Qualquer das três doenças tem que ser tratada com a devida gravidade, os casos mais graves tem que ser internados, têm que ser tratados os sintomas, porque a gente não tem o remédio para tratar dengue, não temos o remédio para tratar a chikungunya, não temos o remédio para tratar a zika”, disse, acrescentando que, por isso, ele acredita que é preciso tomar todas as providências clínicas para combater os sintomas”, apontou.
O presidente da Fiocruz, Paulo Gadelha, informou que se os testes fossem produzidos por laboratórios privados e com aplicações para cada tipo das três doenças custariam entre R$ 900 e mais de R$ 2 mil.
“Na escala que estamos fazendo esse teste vai sair com um custo entre US$18 a US$20. Então, só é possível colocar isso em escala de saúde pública, vai ser feito nos Lacens e nas áreas de referências e para estudos, ele se torna factível como instrumento de saúde pública”, analisou.

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Mais um caso de Zica Vírus em gestante é resgitrado na Capital


É o segundo caso de registro de gestante contaminada com o vírus Zika na Capital. (Imagem: Ilustrativa)É o segundo caso de registro de gestante contaminada com o vírus Zika na Capital. (Imagem: Ilustrativa)
A Secretaria Municipal de Saúde (Sesau) confirmou nesta segunda-feira (11) o segundo caso de Zica Vírus em gestante em Campo Grande. O caso foi notificado pela Unidade de Pronto Atendimento da Vila Almeida na última  terça-feira (5), após exames realizados no Instituto Osvaldo Cruz comprovarem a moléstia.
O primeiro caso foi constatado no distrito de Anhanduí, em uma paciente de 21 anos, nas primeiras semanas de gestação. Depois disso outros 2 casos foram confirmados e, nesta segunda-feira (11) mais dois casos, entre eles uma gestante.
O secretário Ivandro Corrêa Fonseca reafirma que a população deve colaborar com os esforços da equipe de governo, que envolve diversas secretarias, para o combate ao mosquito Aedes Aegypti, e do risco de a epidemia causar mortes ou, no caso das gestantes, malformação do feto.
Já foi determinado que a equipe de saúde entre em contato com a paciente para que ela inicie, no menor espaço de tempo possível, o tratamento no Hospital Dia – Cedip com a equipe de profissionais.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Paciente infectada com novo vírus H5N6 está em estado grave

Outros quatro casos foram registrados

Uma mulher de 26 anos se encontra em estado muito grave na cidade de Shenzhen, no sul da China, após ter contraído o vírus da gripe aviária H5N6, uma nova cepa da qual, até agora, só foram registrados outros quatro casos, informaram nesta quarta-feira as autoridades sanitárias locais.
A paciente, cujo nome não foi divulgado, se encontra em estado "crítico" e está recebendo tratamento em um hospital dessa cidade da província de Cantão.
Os médicos que a estão tratando acreditam que pode ser um caso isolado e que há poucas possibilidades de que o vírus tenha infectado outros pacientes.
O primeiro caso de H5N6 foi notificado em maio de 2014 na província de Sichuan, no centro da China.
Todos os casos foram isolados e, até agora, três deles tiveram como resultado a morte do pacien

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Gripe fulminante mata funcionário dos Correios 24 horas após sintomas

Edivaldo Bitencourt

O operador de triagem dos Correios, Éder Jorge Rodrigues Souza, 47 anos, morreu, na tarde de sexta-feira (13), 24 horas após apresentar os sintomas da gripe. Esta é a sétima morte causada pelo vírus influenza neste ano em Campo Grande, segundo a Sesau (Secretaria Municipal de Saúde).

Campo Grande News apurou que Éder começou a sentir os sintomas da gripe na tarde de quinta-feira, quando ele decidiu procurar atendimento médico na Clínica Campo Grande, no Centro. Ele foi medicado e liberado.
Na sexta-feira de manhã, ele voltou a passar mal e foi encaminhado ao mesmo hospital. No período da tarde, o funcionário não resistiu à doença e morreu. A Sesau (Secretaria Municipal de Saúde) procurou a empresa e informou que a causa da morte é a gripe influenza B.
Na tarde de hoje, os Correios reuniram cerca de 40 funcionários do setor de triagem na unidade da antiga rodoviária para fazer as recomendações. Eles foram orientados a comunicar imediatamente qualquer sintoma de gripe à direção da empresa e procurar um hospital. Os funcionários ficaram assustados com o alerta feito na tarde de hoje.
Éder Jorge Rodrigues Souza era funcionário dos Correio há 29 anos. A assessoria de imprensa da empresa confirmou o óbito de forma fulminante. Foram realizadas duas reuniões e todos os funcionários da unidade foram orientados a ficar atentos a qualquer sintoma. Só no turno de Éder, segundo os Correios, trabalham 100 pessoas.
O último boletim divulgado pela Secretaria Estadual de Saúde sobre a gripe apontava a notificação de 190 casos na Capital, sendo que foram confirmados 19 do subtipo H3N2, dois do H1N1 e cinco de influenza B.
Foram confirmados sete mortes, sendo 1 por gripe suína (vírus H1N1), 4 por H3N2 e 2 do influenza B. Por meio da assessoria, a Sesau confirmou a morte e que todas as medidas foram tomadas, como orientar familiares e colegas de trabalho.

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Dengue faz mais uma vítima e soma 13 mortes em Mato Grosso do Sul

Viviane Oliveira


Manter a limpeza dos terrenos, por exemplo, ajuda a a combater a proliferação do Aedes aegypti. (Foto: arquivo/Marcelo Calazans) Manter a limpeza dos terrenos, por exemplo, ajuda a a combater a proliferação do Aedes aegypti. (Foto: arquivo/Marcelo Calazans)
Foi confirmada mais uma morte por dengue. O caso aconteceu em Itaporã, distante 227 quilômetros de Campo Grande. No total, de janeiro até agora, 13 pessoas morreram com a doença em Mato Grosso do Sul, de acordo com a boletim epidemiológico divulgado ontem (14), pela Secretária de Estado de Saúde.

Até agora, foi registrada uma morte por causa da doença em Corumbá, duas em Campo Grande, três em Dourados, uma em Juti, uma em Paranhos, duas em Sonora, uma em Três Lagoas e uma em Maracaju. Em Miranda, há um caso de morte sob suspeita que é investigado pela secretária.
Conforme o órgão, dos 79 municípios, 64 estão com alta incidência da doença, 13 com média incidência e apenas três cidades como Batayporã, Corguinho e Dois Irmãos do Buriti com baixa incidência.
As cidades que lideram o ranking são Iguatemi com 1.280 casos, Selvíria com 379 e Sonora com 954. Campo Grande, aparece na 47º posição com 5.978 notificações. O Governo Federal aponta três níveis de incidência de dengue, sendo o nível baixo, até 100 casos por 100 mil habitantes, o médio, de 101 a 300 casos, e o alto índice, acima de 300.
O ano ainda não terminou e 30.839 casos já foram notificados em Mato Grosso do Sul, 233% a mais do registrado no ano passado, quando foram 9.256.

sábado, 19 de setembro de 2015

Centro de Especialidade Médicas realiza hoje mutirão de oftalmologia


Foto: ReproduçãoFoto: Reprodução
O Centro de Especialidades Médicas realiza hoje (19) o mutirão de oftalmologia e o programa Fila Zero. De acordo com o secretário Municipal de Saúde Ivandro Fonseca, a retomada do programa foi uma determinação do prefeito Alcides Bernal (PP), que já havia criado  os mutirões na primeira fase do mandato em 2013. “Vamos retomar os mutirões  para dar vazão a demanda que se formou no último ano”, disse.
Hoje, os campo-grandenses também poderão aproveitar outros atendimentos. Conforme o secretário a carreta do Hospital de Câncer atende hoje os moradores do Bairro Nova Campo Grande.
Os atendimentos acontecem na Escola Municipal Fauze Scaff Gattass até às 12h, de acordo com agendamentos. “ É uma forma de dar respostas rápidas  a população que necessita de atendimento pela rede pública”, lembra Ivandro Fonseca.

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Hospital do Câncer recebe R$ 760 mil para pagar diagnósticos encaminhados pela Sesau

Repasse é para atender exames laboratoriais da Rede Municipal de Saúde

O Hospital do Câncer receberá R$ 760.000,00 da Prefeitura de Campo Grande para pagar diagnósticos encaminhados pela Sesau (Secretaria Municipal de Saúde). A informação foi publicada no Diogrande (Diário Oficial do Município de Campo Grande) desta quinta-feira (10).
Segundo a publicação, o valor foi acrescido no convênio entre as partes para “pagamento da execução de procedimentos de diagnóstico por laboratório clínico encaminhados pela Secretaria Municipal de Saúde de Campo Grande, conforme produção realizada e comprovada, cuja referência de cálculo do valor produzido será a tabela SUS”.

sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Saúde confirma primeiro caso de Chikungunya

Foto: Reprodução
Foi confirmado o primeiro caso de contaminação da Chikungunya pela Secretaria de Estado de Saúde (SES) em Mato Grosso do Sul. O caso foi diagnosticado em Corumbá, na fronteira com a Bolívia, onde já há evidências da circulação do vírus.
Conforme a Secretaria de Saúde, do início do ano até agora foram 96 notificações da doença. O primeiro caso confirmado envolveu um morador aqui da Capital. A diferença é que a contaminação não se deu no Estado, mas na Colômbia.
Os sintomas da doença são febre e dor intensa nas articulações, acompanhadas ou não de inchaço. As dicas de prevenção são as mesmas para evitar a proliferação do mosquito da dengue, como descartar todos os objetos não utilizados que puderem acumular água e trocar a água das plantas a cada três dias.

segunda-feira, 13 de julho de 2015

Importação de remédio por pessoa física ficará isenta de impostos


Medida facilita entrada de medicamentos sem registro, como o canabidiol.
No entanto, CBD e outras drogas prescritas precisam de aval da Anvisa.

Do G1, em São Paulo



A partir desta segunda-feira (13) a Receita Federal passará a isentar de cobrança de impostos medicamentos importados por pessoas físicas do Brasil e que não têm registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa.
A medida facilita o tratamento com drogas não comercializadas no país e que são prescritas por médicos para doenças crônicas. Entre os remédios que devem ser beneficiados está o canabidiol (CBD), substância derivada da maconha.

A Receita Federal alterou a portaria 156, de 1999, mudança publicada no Diário Oficial desta segunda. A nova regra se estende a encomendas aéreas internacionais, transportadas por empresa de entrega expressa. Na prática, o medicamento será entregue no domicílio do importador sem o recolhimento de tributos federais.
Apenas quem cadastrar o laudo médico e a prescrição do medicamento na Anvisa é que se beneficiará com a medida
No entanto, apenas quem tiver o cadastro na Anvisa é que poderá ser beneficiado.
Segundo o órgão, ligado ao Ministério da Saúde, para importar medicamentos sem registro no país é preciso realizar um cadastro na agência, apresentando laudo médico, documento que explica a necessidade do remédio pelo paciente, e a prescrição, a famosa "receita", contendo a posologia e a quantidade de medicamentos a ser importada.
Para saber mais detalhes, a Anvisa pede que um e-mail seja enviado para o endereço med.controlados@anvisa.gov.br. No caso do canabidiol, uma página especial foi criada para facilitar a importação. A aprovação do cadastro pode levar até quatro dias.
Novas regras do Canabidiol
Remédio é extraído da maconha (Foto: Reprodução / TV TEM)O canabidiol é extraído da maconha. Ele é aplicado no tratamento de várias doenças, principalmente as que são neurológicas (Foto: Reprodução / TV TEM)
Desde o dia 7 deste mês começaram a valer as novas regras e procedimentos específicos para importação de produtos à base do CBD. O regulamento complementa as ações já tomadas pela agência para que os pacientes tenham acesso ao produto.

Em janeiro, a Diretoria Colegiada da Anvisa decidiu retirar o canabidiol da lista de substâncias de uso proibido (proscrito), abrindo o caminho para que a comercialização de medicamentos com a substância seja facilitada no país. Antes, a venda era vetada.

Agora, empresas interessadas poderão produzir e vender derivados de CBD após a obtenção de um registro da Anvisa. No fim de 2014, uma empresa europeia entrou com um pedido para comercializar medicamentos com a substância.

A aquisição do produto deverá ocorrer de forma controlada, com a exigência de receita médica de duas vias.