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quinta-feira, 27 de abril de 2017

Servidor que aderir à greve poderá repor dia de trabalho para não ter salário descontado



O governador de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja (PSDB), e o prefeito de Campo Grande, Marcos Marcello Trad (PSD), afirmaram que os servidores que aderirem a greve geral nesta sexta-feira, 28 de abril, terão que repor posteriormente o dia não trabalhado, sob a penalidade de ter o ponto cortado na folha salarial. “Consideramos a manifestação com algo normal. A gente respeita. Mas entendemos que é necessário preservar os serviços públicos”, afirmou Azambuja.
Marquinhos Trad afirmou que a prefeitura está exigindo que os servidores que aderirem a greve geral reponham posteriormente. “Não vamos cortar ponto, mas estamos exigindo que o servidor reponha o ponto em uma data em que a população possa ser beneficiada”, afirmou.
Reinaldo Azambuja destacou também a manutenção dos serviços à população e que irá cortar o ponto somente dos servidores que se recusarem a repor o dia de trabalho. “Queremos preservar as oportunidades do Cidadão. Temos uma determinação que aquele que falta o serviço, que reponha em um dia alternado. Se ele não repor terá o ponto cortado como é a regra dentro do governo”, afirmou.
A greve geral, que ocorrerá na próxima sexta-feira (28), promete parar escolas, comércios, transporte coletivo, polícia civil e até empresas do setor privado.
A manifestação, marcada para às 8h na Praça Ary Coelho, tem como objetivo mostrar a rejeição da população em as reformas trabalhista e previdenciária.

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