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segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Acredite se quiser !... Segundo turno pode ter Bernal

Foto: Repro


Realizada pelo Instituto Valle de 23 a 27 deste mês com 1.400 entrevistas e registrada na Justiça Eleitoral com o número MS-05232/2016, uma pesquisa apurou a intenção de votos do eleitorado de Campo Grande. A exemplo das amostragens anteriores, a preferência continua atribuída a Marquinhos Trad (PSD) e ao prefeito Alcides Bernal (PP). Eles seriam hoje os dois nomes com passagem garantida para o segundo turno, considerando a previsão de que o próximo prefeito (ou a próxima prefeita) não sairá das urnas no primeiro turno. Os tucanos, no entanto, confiam no crescimento da pré-candidata Rose Modesto e confiam em fatores como a participação do governador Reinaldo Azambuja e a aliança com legendas de forte inserção política e eleitoral, como o PDT e o PMDB.
Os pesquisadores percorreram todas as regiões urbanas e distritos de Anhanduí e Rochedinho para entrevistar 732 mulheres (52,28% do universo pesquisado) e 668 homens (47,72%), números proporcionais à representação de eleitores por gênero no município. A pesquisa tem um intervalo de confiança de 95% e margem de erro de 2,71 pontos percentuais, para mais ou para menos. Do publico entrevistado, 75% têm até o 1º grau incompleto e 2% o superior completo.
Pesquisa de intenção de votos na Capital 
Na espontânea, Marquinhos tem a dianteira com 17,42% das intenções de voto, seguido por Bernal com 13,14%. Em seguida, aparecem André Puccinelli (7,07%) e Nelsinho Trad (5,64%), que não são mais candidatos. Com isso, Rose Modesto (PSDB) salta para a terceira posição, com 3,92%, à frente de Zeca do PT (3,35%);Coronel David (PSC), com 1,78%; Dagoberto Nogueira (PDT), com 0,92%; Pedrossian Filho (PMB), com 0,85%; Alex do PT, com 0,71%; Athayde Jr (PPS), com 0,64; Marcelo Bluma (PV), com 0,50%; Luiz Pedro (Pros), com 0,42%; Aroldo Figueiró (PTN), com 0,35%; Eliseu Amarilha (PSDC), com 0,28%; e Renato Gomes (PRP), com 21%.
A consulta espontânea apurou também o quadro de rejeições, com a pergunta sobre em quem o (a) eleitor (a) não votaria de jeito nenhum. A maior parte das citações – 15,21% - foi para  Alcides Bernal. O segundo com maior rejeição é o vice-prefeito Gilmar Olarte (Pros), com 9,85%. Na sequência estão: Puccinelli (9,07%); Zeca (7,92%); Alex (6,07%); Nelsinho (5,78%); Dagoberto (5,57%); Athayde (2,92%); Rose (2,35%); Marquinhos (1,92%); Davi (1,64%); Luiz Pedro (0,71%); Pedrossian Filho (0,64%); Amarilha (0,50%); Bluma (0,35%); e Figueiró (0,28%).
ESTIMULADA – Na consulta em que os pesquisadores mostram aos entrevistados uma lista com o nome dos possíveis candidatos, Marquinhos também lidera e com maior folga sobre Bernal, o segundo: 35,78 contra 25,35%. Rose é a terceira, com 12,07% e Davi o quarto, com 3,21%. Os demais citados são, pela ordem: Dagoberto (2,14%); Pedrossian Filho (2,07%); Alex (1,85%); Athayde (1,21%); Bluma (0,92%); Luiz Pedro (0,85%); Renato (0,78%); Figueiró (0,71%); Suel Ferranti, do PSTU (0,64%); Amarilha (0,35%); Xênia Mello, do PSOL (0,14%); e Adalto Garcia, do PRTB (0,07%). Não souberam ou não quiseram responder 11,86% dos entrevistados.
Os cinco primeiros da tabela de rejeições da pesquisa estimulada da Valle são: Bernal (24,42%), Alex (18,85%), Dagoberto (10,42%), David (8,35%) e Athayde (7,07%). Com menores taxas vêm, a seguir, Rose (6,92%), Marquinhos (5,35%), Pedrossian Filho (2,28%), Bluma (1,78%), Luiz Pedro (0,92%), Amarilha (0,85%), Adalto (0,71%), Suel (0,64%), Renato (0,50%), Figueiró (0,28%) e Xênia (0,14%).
GESTÕES – O Instituto Valle procurou aferir também a avaliação do eleitorado sobre o desempenho do governador Reinaldo Azambuja (PSDB) e do prefeito Alcides Bernal. A administração de Azambuja é aprovada por 33,5% da população que a consideram ótima ou boa. Para 31,42% é regular, ruim ou péssimo para 24,71% e 10,37% não sabem ou não quiseram responder.
Já a performance gerencial de Bernal é reprovada  por 46,07% dos eleitores, que a taxam de ruim ou péssima, ao passo que 18,50% a acham ótima ou boa, 26,35% regular e 9,08% não sabem ou não responderam. A saúde (55,07%), a segurança (50,21%), os buracos nas ruas (49,14%), o desemprego (15,78%) e a corrupção (12,50%) são os principais problemas, de acordo com os entrevistados.

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