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segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Vereadores envolvidos em escândalos de corrupção confiam que serão reeleitos

Vereadores de Campo Grande que entraram na disputa pela reeleição afirmam que confiam no trabalho que desenvolveram nos últimos 4 anos e confiam no retorno ao cargo. Nem mesmo os recentes escândalos, como a Coffee Break, afastam a confiança dos parlamentares.
O vereador Eduardo Romero (Rede) afirma que considera positivo o 'clamor' dos eleitores por renovação, que pode ser utilizada também, por parlamentares reeleitos. "Vejo duas questões, é importante a renovação, mas não significa trocar o que está, isso acontece, mas também é importante que aqueles que cumpriram o mandato e fizeram um bom trabalho, façam renovações dentro da casa, apresentem novas atuações. E confio no meu trabalho, apresentei um mandato diferenciado durante esses 4 anos".
O parlamentar destaca que o Rede não permite a disputa de duas reeleições. "Meu partido não permite reeleição por duas vezes, ele não permite que você se torne um político profissional, é permitido apenas dois mandatos para cada cargo. Essa é a renovação, a forma de renovar sem criar raízes".
Eduardo tentará se reeleger mais uma vez e garante que caso seja eleito, não entrará na disputa eleitoral para vereador em 2020. "O partido não permite dois mandatos, apenas se for para concorrer a outro cargo, mas sendo eleito neste ano, não posso disputar de novo para vereador".
Assim como Romero, o vereador Edson Shimabukuru (PTB), que encerra o primeiro mandato eleitoral neste ano, afirma que confia no trabalho que prestou e mostra que está confiante no retorno à Casa. "Eu acredito que volto aos trabalhos parlamentares porque tenho muita confiança nos trabalhos que desenvolvi como vereador. Trabalhamos na parte de tecnologia, tivemos muitos trabalhos sociais, atendemos mais de mil famílias em Campo Grande, acredito que ainda terei a confiança daqueles que votaram em mim no primeiro mandato e terei novos apoios diante do trabalho prestado".
O petista Ayrton Araújo não acredita no enfraquecimento de sua reeleição diante dos acontecimentos como a delação premiada de Delcídio do Amaral e o afastamento da presidente Dilma Rousseff (PT). "Não acredito que enfraquece a minha reeleição, até porque o Delcídio está pagando por um erro que ele cometeu e o afastamento da Dilma não tem fundamento. Acredito que as pessoas vão focar no trabalho que cada um realizou. Se a gente for parar para falar em corrupção, não escapa um partido tanto em Campo Grande como em todo o Mato Grosso do Sul. Vai de cada pessoa essa questão e não de cada partido".
Já Edil Albuquerque (PTB), que cumpre o 4º mandato e tentará continuar atuando como vereador, prefere deixar as opiniões para o eleitor e ressalta que nenhuma eleição pode ser igual a outra. "Eu entendo que meus colegas vereadores trabalham em prol da cidade e agora cabe ao eleitor fazer a avaliação e verificar se vale a pena dar continuidade a alguns trabalhos. Eu vou tentar reeleição, se os eleitores acreditarem na força do meu trabalho, eu volto para continuar me dedicando a ele, se não tudo bem".
O republicano Jamal Salem também acredita que voltará a ocupar a cadeira de vereador, pois garante que se manteve próximo da população e confia nos eleitores. "Eu estou no meu segundo mandato, fiz sempre um bom trabalho, mantive contato com a população, nunca me afastei dos bairros de Campo Grande, sempre reivindicando a solução de problemas, então acredito que isso será reconhecido pelos eleitores".
Jamal ressalta que não acredita que as operações em andamento, como a Coffe Break e a Operação Lama Asfáltica deve interferir nas eleições. "Eu não acredito que isso vai afetar, até porque na operação Coffe Break, tudo é dito na base do disse e me disse, não tem provas e isso a população está acompanhando".

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