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domingo, 27 de setembro de 2015

Prefeitura abre concurso com salários de até R$ 7,3 mil

São 130 vagas de ensino superior

A Prefeitura de Ivinhema, abriu inscrições para concurso público. São 130 vagas, inclusive para pessoas com necessidades especiais. Os salários vão de R$ 788,14 a R$ 7.331,42 e, as jornadas de trabalho, de 20h, 30h e 40h semanais.
A inscrição deve ser feita através do endereço eletrônico www.fapems.org.br até às 17h do dia 10 de novembro deste ano. A taxa de inscrição varia de R$ 50 a R$ 100 e pode ser paga em qualquer agência bancária após a impressão do boleto.
A primeira prova será realizada dia 22 de novembro. Serão aplicadas provas escrita objetiva, prática, de títulos e teste de aptidão física. O concurso tem validade de dois anos, mas poderá ser prorrogado por mais dois. As vagas são para os níveis fundamental completo, médio completo e superior completo.
Níveis
Existem oportunidades para carpinteiro, encanador, pedreiro, atendente, auxiliar de serviços gerais, gari, operador de máquinas, borracheiro, técnico de manutenção, auxiliar de serviços de saúde e agente comunitário de saúde no nível fundamental completo.
Para o nível médio as vagas são para educador e monitor de projetos sociais, agente tributário e de fiscalização, fiscal de obras, assistente de administração, técnico de segurança do trabalho, auxiliar de serviços de saúde, técnico e auxiliar de enfermagem, agente de saúde pública, instrumentador cirúrgico, técnico de radiologista e de vigilância sanitária, técnico de laboratório, técnico de prótese dentária.
As vagas para candidatos com ensino superior completo compreende professores de pedagogia, arte, computação, projetos sociais, educação física, engenheiro civil, arquiteto, psicólogo para área educacional, auditor fiscal, assistente social, bioquímico, farmacêutico e médicos das áreas: clínico geral, obstetra, cirurgião geral, radiologista, cardiologista, ginecologista, neurologista , psiquiatra e anestesista. Além disso, há vagas para odontólogo, enfermeiro nutricionista, enfermeiro e médico auditor.

Vereador entrega reuniões com Olarte antes da cassação de Bernal

Na ocasião foram tratados assuntos que seriam interesse 'do pessoal da base' e como ficaria o secretariado pós cassação de Alcides Bernal

Foto: Geovanni Gomes / Arquivo Top Mídia News Vereador entrega reuniões com Olarte antes da cassação de Bernal
Foto: Geovanni Gomes / Arquivo Top Mídia News
O vereador Edson Shimabukuro, do PTB, um dos investigados na Operação Coffee Break, 'abriu o jogo', durante depoimento concedido aos promotores do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado). O parlamentar revelou que o prefeito afastado Gilmar Olarte (PP por liminar) fez uma reunião com vereadores próximo da data que aconteceria a votação para cassar o prefeito Alcides Bernal (PP), em março de 2014. Na ocasião foram tratados assuntos de interesse'do pessoal da base'.

A declaração do parlamentar consta no documento de Termo de Declaração, e foi feita durante o depoimentos do mandado de condução coercitiva  realizado no dia 25 de agosto de 2015, em que os nove vereadores foram detidos para prestar esclarecimentos ao promotor. O Top Mídia News teve acesso com exclusividade as informações.

Shimabukuro revelou aos promotores que os vereadores Paulo Siufi, do PMDB; Jamal Salem, do PR; Airton Saraiva, do DEM; o presidente afastado da Câmara Municipal, Mario Cesar, do PMDB; o ex-vereador Alceu Bueno, todos investigados na Coffee Break, e mais Eduardo Romero, do PT do B, (atualmente presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito que apura irregularidades nas contas de Gilmar Olarte), estariam presentes na reunião. 'Que na iminência da votação da cassação o declarante compareceu a uma reunião com Olarte e outros vereadores'.

O parlamentar ainda revelou que 'essa(s) reunião aconteceu na casa da pessoa que o declarante não se recorda, nessa ocasião foram tratados assuntos de interesse "do pessoal da base"'.  Shimabukuro ainda comentou que o grupo chegou a falar sobre o que seria feito caso concretizasse a cassação. 'Nessa reunião "chegaram a comentar como que ficaria a base caso houvesse a cassação"', e sobre o novo secretariado.

Edson desmente a versão dada pelo vereador Paulo Siufi, do PMDB, que afirmou ao Gaeco, que jamais teve encontro com Gilmar Olarte antes da cassação.  

Indicações
O edil explicou aos promotores que durante a primeira gestão de Alcides Bernal, ele fazia parte da base do prefeito, e que inclusive, indicou o ex-diretor-presidente da Agetran, Jean Saliba, para comandar a autarquia. E que após a queda de Bernal, o PTB, permaneceu na administração municipal, na gestão de Olarte.

Ainda afirma que durante a gestão do prefeito afastado, servidores comissionados que já haviam sido indicados na gestão de Bernal foram homologados por Olarte. A relação segundo ele era:  Sidney Oshiro como Diretor de Transporte; Paulo Kinhoshita como Diretor de Transporte; Wilson para divisão de Sinalização. Na época da condução coercitiva, Paulo ocupava o cargo de Chefe de Divisão do Departamento.

Shimabukuro ainda revelou ao Gaeco que após a saída de Saliba que ingressou como secretário da Seintrha, do município de Camapuã, a ex-diretora-presidente Beth Félix, indicou outra pessoa, o engenheiro Janine [de Lima Bruno] para ser Diretor de Transporte. O parlamentar ainda disse que todos os indicados não seriam filiados ao partido. 

Empregabilidade no país cai 0,21% no mês de agosto, segundo ministério do Trabalho


Foto: DivulgaçãoFoto: Divulgação
O Ministério do Trabalho emprego divulgou ontem (25)  índices do Cadastro Geral de Empregos e Desempregados ( Caged) que apontam  queda no nível de admissão formal celetista no país.
Segundo dados, no mês de agosto houve uma diminuição de 86.543 postos de trabalho, correspondente a uma variação negativa de 0,21%, em comparação ao  mês anterior. Conforme o ministério, no acumulado do ano, foram desativados 572.792 postos de trabalho, o que equivale a -1,39%, enquanto nos últimos 12 meses, foram perdidos 985.669 postos, ou -2,37%.
Pelas verificações do Caged, a maior perda de postos de trabalho  ocorreu na indústria de transformação (-47.944 postos ou -0,60%). Dos 12 ramos de atividade que compõem o setor, 11 reduziram o nível de emprego. Porém, a  indústria de produtos alimentícios aumentou os números para o setor com criação de +7.649 postos de trabalho. Já a agricultura teve queda de 4.448 postos (-0,27%) em relação ao estoque, embora essa seja a menor queda desde 2005 para o setor, no mês de agosto.
Segundo o levantamento, o interior do país  apresenta comportamento  favorável no que diz respeito a empregabilidade em relação a regiões metropolitanas. No interior, houve queda de 34.519 vagas\, ou -0,23%, enquanto nas regiões metropolitanas, foi registrada perda de 45.313 empregos, o que equivale a uma variação negativa de 0,28%. 

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Bernal "fica de olho" na presidência da Câmara para engatar governabilidade na casa


Parece que o prefeito de Campo Grande Alcides Bernal (PP) também está de olho em quem poderá ocupar a cadeira na presidência da Câmara Municipal, caso haja uma possível renúncia do presidente afastado Mario Cesar (PMDB). 
Durante visita do Ministro George Hilton a governadoria nesta manhã (25) em Campo Grande para uma reunião de trabalho sobre assuntos referentes ao planejamento da passagem da Tocha Olímpica “RIO 2016” em Mato Grosso do Sul, o prefeito Alcides Bernal (PP) aproveitou uma “brecha” para falar da relação entre o executivo e o legislativo que “não parece boa” e pode impedir a governabilidade de Bernal junto a casa. 
“Não existe instabilidade política. O que existe é uma necessidade de tomada de decisão da parte da direção da Câmara Municipal em relação à presidência. Essa definição é importante para estabelecermos uma relação tranquila. Tenho conversado com o Flávio Cesar (PT do B), mas para construir um pacto de governabilidade por Campo Grande envolvendo políticos é preciso que haja uma definição nesse sentido”, afirmou Bernal. 

    Esta semana O MS Notícias conversou com Flávio Cesar (presidente interino da Câmara) sobre a possibilidade de renúncia de Mario Cesar, o que levaria uma possível disputa interna pela cadeira na casa. Flávio descartou o assunto dizendo que tudo não passa de especulação. “São rumores, e de concreto não existe nada nesse aspecto. O presidente afastado, Mario Cesar não tem até o momento nenhuma ação efetiva de entregar a presidência em exercício. Sobre pedido de renúncia, e essa prerrogativa cabe a ele somente, pelo que me consta, são apenas especulações. Nosso objetivo é cumprir o papel da presidência conduzindo todos os trabalhos da casa da melhor maneira possível”, disse Flávio.
    “Não larga o osso”
    Enquanto isso, o advogado Leonardo Saad Costa afirmou que Mario não estaria disposto a renunciar neste momento, tendo outras prioridades a serem resolvidas. “Sabemos que essa é uma decisão dele, porém não é algo que está sendo discutido no momento. Acredito que se a ‘não renúncia’ for prejudicial aos trabalhos da casa, ele pode pensar em deixar a presidência. Agora estamos aguardando os recursos a serem julgados no tribunal e temos isso como prioridade no momento”, pontuou o advogado. Mario Cesar já tentou duas vezes voltar a Câmara, alegando que sua volta não influenciaria nos trabalhos da casa, mas os pedidos até o momento foram negados pela Justiça.

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    Após nova troca de acusações, prefeito e deputado são colocados lado a lado

    Bernal evitou cumprimentar deputado durante solenidade

    • Bernal e Elizeu, à esquerda dele: nem se cumprimentam (Thatiana Melo)
    • Os dois já têm histórico de animosidade, inclusive em público, e nesta semana voltaram a trocar farpas via imprensa. Mas, nesta sexta-feira (25), o prefeito de Campo Grande, Alcides Bernal (PP), e o deputado federal Elizeu Dionizio (SD) foram obrigados a ficar comportados, lado a lado, durante evento público, ainda que evitassem até se cumprimentar.
      Ambos participam de solenidade, na Governadoria, com a participação do ministro do Esporte, George Hilton. Ocorre que o parlamentar chegou atrasado, quando as autoridades já estavam acomodadas, e obrigou o cerimonial a improvisar um lugar para ele: pois o deputado foi colocado ao lado do desafeto.
      O fato de estarem próximos não apaziguou os ânimos entre eles. Depois de discursar na solenidade, Bernal voltou ao seu posto cumprimentando uma a uma as autoridades presentes, como o governador, Reinaldo Azambuja (PSDB), e o senador Waldemir Moka (PMDB), exceto Elizeu, que também não demonstrou receptividade.
      No último capítulo da guerra entre os dois, Bernal acusa Elizeu de articular a tomada do PP em Mato Grosso do Sul a mando do ex-governador André Puccinelli (PMDB). “Ele tem síndrome de perseguição”, rebate o deputado ao negar a manobra.
      Em outros tempos, os dois quase trocaram agressões físicas, como na chegada de Bernal à sessão da Câmara Municipal na qual foi cassado, em março do ano passado. O prefeito também processa por calúnia o deputado, na época vereador, que o teria chamado de ladrão.

      Deputado nega articulação com Puccinelli para tomar partido de Bernal

      Puccinelli articularia para tirar presidência de Bernal 

      O deputado federal Elizeu Dionizio (SD) negou nesta sexta-feira (25) que estaria conversando com a presidência do PP acional a mando do ex-governador André Puccinelli (PMDB) para retirar o prefeito de Campo Grande Alcides Bernal da presidência do partido em Mato Grosso do Sul.  
      Elizeu garantiu que recebeu um convite do presidente nacional, Ciro Nogueira, para integrar o partido. “Inclusive disse a ele (Ciro) que não tenho condições de definir de imediato”. Além de negar influência de André Puccinelli nas suas decisões, Dionízio afirmou que está criando um grande grupo com o governador Reinaldo Azambuja (PSDB).
      “Esta é uma decisão que passa pelo grupo, em consenso com Reinaldo. Não existe esta história de querer tirar o partido do Bernal. Fui convidado. O que existe é que ele (Alcides) tem uma síndrome de perseguição”, acusou.
      Bernal, que esteve em Brasília (DF) na quarta (23), disse ter falado com lideranças nacionais do PP sobre a manobra. “Mostrei a realidade do Estado e eles ficaram assustados. Acreditavam que a proposta era a mais decente, mas na verdade é a indecência em todos os sentidos”, golpeia o prefeito.
      Desde a cassação do seu mandato, em março de 2014, Bernal defende que o ato foi estratégia de Puccinelli, cujo candidato nas eleições de 2012, Edson Giroto, foi derrotado. Um golpe político executado pelo peemedebista, segundo o prefeito, que voltou ao cargo em agosto deste ano por decisão da Justiça – a suspeita de corrupção de vereadores no processo é investigada pela Operação Coffee Break, do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado).

      Prefeitura de Campo Grande depende de empréstimo para pagar 13º e fornecedores

      Quebradeira do município levará oito anos para ser superada, segundo o prefeito

      • Bernal durante evento da Prefeitura; segundo ele, crise nos cofres municipais levará tempo para ser superada (Divulgação / PMCG)
      • A Prefeitura de Campo Grande tenta pegar empréstimo para quitar dívidas emergências, incluindo o 13º salário dos servidores. O problema é que o município está com o ‘nome sujo’ e vive cenário financeiro sem solução a curto prazo, conforme analisa o prefeito, Alcides Bernal (PP).
        Ele revelou, nesta sexta-feira (25), já ter procurado a CEF (Caixa Econômica Federal) e pretende falar também com o Banco do Brasil. “Sem isso (empréstimo), não dá para pagar 13º, fornecedores. Não tem dinheiro. A Prefeitura está quebrada”, diz Bernal.
        O prefeito não fala em quanto pede de empréstimo – somente a folha de pagamentos custa em torno de R$ 90 milhões mensais. Reforça críticas ao vice, Gilmar Olarte (PP), que ficou na chefia do Executivo entre março de 2014 e agosto deste ano, pela situação: na visão dele, a Prefeitura foi “vítima de um assalto”.
        Bernal explica que Campo Grande foi inscrita no Cadin (o cadastro informativo de não quitados do setor público federal) “por atraso de questões de ordem previdenciária”. A Prefeitura estuda medida judicial para limpar o nome e facilitar o acesso a dinheiro dos bancos.
        “Embora com a restrição no Cadin, temos credibilidade, a Prefeitura tem capacidade de endividamento”, defende o prefeito. Ele tem nova viagem marcada a Brasília (DF), onde já esteve esta semana, quando pretende falar novamente com diretores da Caixa, além de procurar o BB, na tentativa de conseguir o empréstimo.
        Na avaliação de Bernal, levará não menos que oito para a Prefeitura de Campo Grande contornar os problemas financeiros atuais. Além do pedido de empréstimo, ele reafirma medidas visando cortes de gastos e fala em planejamento nas pastas executivas para arrumar o que, ainda segundo a opinião dele, a “bagunça generalizada” na administração municipal.
        Neste fim de semana, Bernal completa um mês de retorno à Prefeitura. Assim que assumiu, ele suspendeu pagamentos e contratos por 90 dias, além de manter o pagamento escalonado dos salários dos servidores.
        “A Prefeitura quebrou. Se fosse uma loja, estaria com portas fechadas e os funcionários sem receber salário. Como é administração pública, contamos com os contribuintes. O problema não está na receita, as despesas é que representaram um assalto. Não se resolve isso em um mês, um ano. São no mínimo oito 

        quinta-feira, 24 de setembro de 2015

        Flávio César descarta disputa pela presidência da Câmara se Mario Cesar renunciar: 'é especulação'


        Presidente Flávio César e articulador do golpe, João Rocha.Presidente Flávio César e articulador do golpe, João Rocha.
        A Operação Coffee Break do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado) que investiga suposto esquema de compra de votos de vereadores, que culminou com a  cassação do prefeito eleito Alcides Bernal (PP) mudou “as peças do jogo de xadrez” na Câmara Municipal de Campo Grande.   
        Uma das consequências da investigação foi o afastamento do então presidente da Câmara Municipal, vereador Mario Cesar (PMDB). Essa situação tem gerado expectativa nos bastidores sobre uma possível renúncia de Mario Cesar à cadeira de presidente do legislativo municipal. 
        Com a renúncia, isso poderia gerar uma “dança das cadeiras” dentro da Casa de Leis. O MS Notícias publicou ontem (23) uma reportagem em que supostamente o vereador João Rocha (PSDB) estaria articulando com vereadores por votos favoráveis, caso haja a renúncia, para concorrer e conquistar a cadeira de presidente da casa, disputando com o atual presidente interino, Flávio César (PT do B).
        Com os boatos, após sessão na Câmara de Vereadores na manhã de hoje (24), o então presidente em exercício, Flávio Cesar (PTdoB) negou qualquer “disputa” e que tudo não passa de especulação para tirar o foco dos trabalhos dentro da casa.
        “São rumores, e de concreto não existe nada nesse aspecto. O presidente afastado,  Mario Cesar não tem até o momento nenhuma ação efetiva de entregar a presidência em exercício. Sobre pedido de renúncia, e essa prerrogativa cabe a ele somente, pelo que me consta, são apenas especulações. Nosso objetivo é cumprir o papel da presidência conduzindo todos os trabalhos da casa da melhor maneira possível”, afirmou Flávio.
        uma situação de fragilidade, com muitos problemas e nossa preocupação é focar nas nossas ações, o foco tanto da minha parte quanto da parte de qualquer vereador não é sobre isso. Nós temos um presidente e este presidente está afastado, então não existe nada nesse sentido”, decretou Flávio.

        Câmara aprova dobrar pena de alcoolizado que provoca acidente fatal

        Pena máxima passa de 4 para 8 anos de prisão, o que dá regime fechado.

        Foi aumentada pena para lesão corporal causada por motorista bêbado.

        Nathalia PassarinhoDo G1, em Brasília
        Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (23) projeto de lei que dobra a pena para o motorista alcoolizado que provocar acidente com morte. Atualmente, a punição para quem dirigir embriagado e provocar acidente fatal é de 2 a 4 anos de detenção, além da suspensão da permissão para dirigir veículo automotor.

        Pela proposta aprovada pelos deputados, a pena para o homicídio culposo (sem intenção de matar) cometido por motorista embriagado passará a ser de 4 a 8 anos de reclusão. Assim, quem pegar a pena máxima terá que cumprir a punição na cadeia, em regime fechado. O texto agora segue para o Senado antes de ir à sanção presidencial.
        “Se o agente conduz veículo automotor com capacidade psicomotora alterada em razão da influência de álcool ou de outra substância psicoativa que determine dependência: Penas reclusão, de 4 (quatro) a 8 (oito) anos, e suspensão ou proibição de se obter a permissão ou a habilitação para dirigir veículo automotor”, diz o projeto.

        Para os defensores da proposta, a pena máxima de 4 anos é muito branda para a gravidade do crime, já que pode ser convertida em prestação de serviços à comunidade.

        O texto aprovado pelos deputados também prevê pena mais alta para motorista bêbado que provocar acidente que resulte em lesão corporal grave. Hoje a pena é de 2 a 4 anos de prisão. Com a proposta, a pena será de 2 a 5 anos prisão.

        quarta-feira, 23 de setembro de 2015

        Dólar ultrapassa R$ 4. O que isso impactará em sua vida?

        Por Emanuel Gutierrez Steffen (*)

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        Como esperado, o dólar atingiu ontem, terça-feira (22/09), seu maior valor histórico em relação ao Real, ultrapassando o valor de R$ 4 e fechando o dia em R$ 4,05. A maioria dos analistas atribui o movimento do câmbio às incertezas em relação à elevação dos juros nos EUA e a grande desconfiança de que o governo brasileiro não tenha condições políticas de aprovar os ajustes necessários para a economia.Os desdobramentos para a vida das pessoas são grandes, afinal o dólar mais caro afeta diretamente o nosso poder de compra. Em diversos produtos, a elevação de preço é quase que imediata: o melhor exemplo disso pode ser observado no preço do trigo, presente na mesa de todos os brasileiros em diversos produtos como o tradicional pãozinho francês.

        Atualmente o Brasil produz cerca de 6,5 milhões de toneladas de trigo enquanto o consumo ultrapassa 11 milhões de toneladas, portanto precisa importar o restante para dar conta da demanda. O resultado disso é claro: com o dólar mais alto, o pãozinho com manteiga pesará mais no nosso bolso.A possibilidade de exportar e aproveitar o câmbio mais favorável aos clientes de fora também vai interferir no bolso do brasileiro, que terá menor oferta de muitos produtos; a lei da oferta e demanda não falha nunca.Muita gente está preocupada por conta de viagens ao exterior já programadas. A dica nesse momento é manter a calma e olhar com cuidado para o orçamento para gastar efetivamente aquilo é possível. Não é momento para “chutar o balde”.Se a vigem está marcada para as próximas semanas, é importante se precaver. Câmbio é sempre um tema árido, onde prognósticos são sempre passíveis de erros significativos, ainda assim, a expectativa da maioria dos analistas é de que o dólar ainda deve subir no curto prazo, então comprar o máximo de dólares nesse momento pode ser a melhor alternativa. Já quem tem viagem marcada para prazos maiores, a estratégia de ir comprando dólares aos poucos e fazer um preço médio continua sendo uma boa.
        Outro cuidado importante é com a utilização do cartão de crédito internacional. Lembre-se que o valor que será cobrado na fatura não levará em conta a cotação do dólar no momento da compra. “Infelizmente, as instituições financeiras não são obrigadas a detalhar este cálculo e, por isso, optam por não divulgar a fórmula usada para o cálculo da cotação utilizada na fatura do cartão. Em geral, os valores da moeda utilizados para conversão nas faturas se situam entre o dólar comercial e o dólar turismo, tendendo quase sempre para este último”.O ambiente político no país permanecerá conturbado nos próximos meses. A cada dia parece ganhar mais força o movimento de impeachment que poderá resultar na formação de um novo governo.O detalhe que poucos tem percebido é que, com ou sem a presença da atual presidente, muitos problemas precisam ser encarados com seriedade e compromisso, a saber: um forte ajuste fiscal e reformas profundas em diversas áreas. O câmbio continuará volátil nos próximos meses e pouca gente acredita que voltará em algum momento a valores próximos de R$ 2,50 ou algo parecido. Até a próxima!
        Fonte: dinheirama.com
        Disclaimer – A informação contida nestes artigos, ou em qualquer outra publicação relacionada com o nome do autor, não constitui orientação direta ou indicação de produtos de investimentos. Antes de começar a operar no SFN - Sistema Financeiro Nacional o leitor deverá aprofundar seus conhecimentos, buscando auxílio de profissionais habilitados para análise de seu perfil específico. Portanto, fica o autor isento de qualquer responsabilidade pelos atos cometidos de terceiros e suas consequências.
        (*) Emanuel Gutierrez Steffen, criador do portal www.mayel.com.b
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        Assessora de Amorim vai prestar depoimento na quinta-feira

        No começo do mês, secretária apresentou atestado médico

        • João Amorim ao deixar casa de Elza, no começo de agosto (Arquivo / Midiamax)
        • O Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) convocou a depor, às 9 horas de quinta-feira (24), Elza Cristina Araújo dos Santos Amaral, secretária do empreiteiro João Amorim, investigado na Operação Coffee Break sob suspeita de compra de votos de vereadores para cassar o prefeito de Campo Grande, Alcides Bernal (PP). No começo do mês, ela apresentou atestado médico e não compareceu ao chamado dos investigadores.
          Na primeira ocasião, em 4 de setembro, Elza apresentou atestado no qual informa estar em gravidez de alto risco. A secretária seria uma espécie de braço-direito de Amorim, dono da Proteco Construções Ltda., e entre outras coisas fazia pagamentos considerados suspeitos.
          A Proteco Construções Ltda. também é investigada na Operação Lama Asfáltica, sobre desvio de verbas de obras em diferentes esferas da gestão pública. Estas investigações culminaram com a Coffee Break, no qual também estão sob suspeita vereadores e outras lideranças políticas.