quinta-feira, 3 de setembro de 2015

SISEM É UM CIRCO E TABOSA É UM PALHAÇO VENDIDO QUE PERDEU O PICADEIRO


O presidente do Sisem, Marcos Tabosa, pretenso dono dos servidores, que havia aceitado calado o escalonamento de Olarte, agora quer a Justiça para o escalonamento de Bernal.
Tabosa com Olarte e vereadores da base de apoio.Tabosa com Olarte e vereadores da base de apoio.
Marcos Tabosa, presidente do Sindicato dos Funcionários e Servidores Municipais de Campo Grande (Sisem), solícito em tudo o que o ex-prefeito Gilmar Olarte (PP por liminar e réu na Justiça) decidia, agora desdiz e pretende acionar a Prefeitura de Campo Grande contra o escalonamento de salários que ele havia aprovado. Agora, após o anúncio da manutenção do escalonamento, O Sisem, impetrou mandado de segurança coletivo, na 1ª Vara de Direitos Difusos, Coletivos e Individuais Homogêneos, a cargo do juiz Marcelo Ivo de Oliveira, quarta-feira (2).
Agora, no entendimento de Marcos Tabosa, o escalonamento impede que os servidores cumpram suas obrigações financeiras, “causando prejuízos financeiros irreparáveis, em razão dos acréscimos de obrigação decorrentes do atraso no pagamento de seus vencimentos”.
Pouco mais de um mês após aceitar tudo o que era proposto por Olarte, o presidente Tabosa, resolveu reagir em prol dos servidores e, a partir desse momento, não aceita o escalonamento, ainda que passados 8 meses da gestão Olarte sem que o percentual relativo ao 13.o esteja garantido. Possível que Marcos Tabosa atribua o provável não pagamento do benefício ao governo que assumiu a pouco mais de uma semana.
“A alegada falta de recurso financeiro não existe e, se existisse, seria de inteira responsabilidade do município de Campo Grande (MS), que deve priorizar o pagamento de seus funcionários antes de qualquer outro que faça, sob pena de crime de responsabilidade fiscal se assim não agir”, conforme a petição do Sisem.
O Sisem, que havia aceitado de bom grado o escalonamento e não apoio o movimento dos enfermeiros e médicos, também funcionários municipais, agora retoma uma discussão que poderá prejudicar a municipalidade de Campo Grande, os servidores municipais, ou a todos.

Nenhum comentário:

Postar um comentário